O dia seguinte

Júlia Bennet

A luz suave da manhã se infiltrava pelas cortinas, criando um jogo de sombras e feixes fracos de luz na parede do quarto. Despertei lentamente, meus olhos abriam-se gradualmente, adaptando-se à penumbra morna que envolvia o ambiente. O cheiro do lençol, hmmmmm, que cheiro bom, er uma mistura de sabonete caro e da essência da pele gostosa de Pedro que mesmo algumas horas pós banho ainda pairava no ar, trazendo à minha memória os momentos intensos da noite anterior.

Tentei virar-me, mas senti o peso dos braços e pernas do meu gato repousando sobre meu corpo, ah o meu corpo sinto dores por todo o meu corpo e eu gosto disso, a pressão tranquila que era, ao mesmo tempo, reconfortante e um lembrete do calor da noite anterior encontro. Pedro se mexe puxando-me para mais perto do seu corpo quente, sinto como se ele tivesse a intenção de fundir os nossos corpos, o toque dele era familiar e íntimo, e mesmo com a ressaca emocional do encontro, eu não pude conter um sorriso ao me lem
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