O TEMPO

— Confesso que fiquei surpresa, quando Edu me falou que iria me acompanhar. Saímos de minha cobertura naquela manhã meio tímidos, tudo o que havia acontecido na noite anterior havia reaberto grandes feridas em mim, mas depois de muito tempo eu conseguia sentir que essa dor poderia sumir. Quando entramos no elevador, ele veio para perto e colocou sua mão timidamente em meu rosto ao falar.

— Então Helena, estou curioso, o que você vai me colocar para fazer afinal não sei fazer nada.

— Posso te ensinar, se você me permitir. Ele sorrindo se aproximou ainda mais e falou baixinho ao meu ouvido.

— Então está combinado, você me ensina o que sabe, e eu te ensino o que sei.

— Como assim, Edu, você acabou de dizer que não sabe fazer nada. Ele sorriu aproximando mais ainda seu corpo ao meu, suas mãos sobre meu pescoço e afastando meu cabelo beijou-me o pescoço subindo seus beijos em minha orelha. Quando Edu ia pronunciar algo a porta do elevador se abriu indicando que havíamos chegado à port
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