— Edu parou me observando, como se estivesse planejando algo. Depois chegando bem perto, suas mãos sobre meu queixo enquanto seus olhos estavam fixos nos meus, aquele olhar sedutor parecia que estava lendo minha alma, Edu mordeu o lábio depois falou baixinho ainda me olhando. — Helena, estou completamente enfeitiçado por você. Vem cá me deixa te mostrar o que sei fazer. — Me envolvendo em seus braços musculosos ele colou seus lábios nos meus e foi descendo lentamente por meu pescoço, me deixando arrepiada, suas mãos começaram meio que uma dança silenciosa jogando nossas roupas ao chão, seus dedos sagazes desfilavam por meu corpo me dominando, enquanto sua boca ia deslizando por toda parte, quando ele começou a chupar meus seios já estava totalmente excitada, ele desceu seus dedos sobre minha intimidade e voltou seus lábios para meu ouvido sussurrando meio que um gemido. — Haaaaa Helena, tão molhadinha, assim você me deixa ainda mais apaixonado por você. — Depois, sua língua volto
— O desfile demorou algumas horas para terminar, Edu passou o tempo inteiro sendo atencioso e educado, pude perceber que ele realmente parecia gostar do ambiente, não sei bem se do desfile ou das mulheres as quais vestiam todas aquelas peças feitas com nossos tecidos. Não que eu quisesse ser chata, mas não pude deixar de notar os olhares para ele, por um momento senti vontade de voar no pescoço de algumas modelos que pareciam querer fazer o mesmo só que com meu marido. Quando enfim o desfile terminou, levantamos e nos dirigimos a parte reservada para onde estava acontecendo parte da festa comemorando o desfile que havia sido um sucesso. Ele não desgrudava um momento sequer, o olhei e não pude deixar de perguntar. — Querido, você já dormiu com todas essas mulheres? Ele me olhou com um olhar bem perspicaz e sorriu ao me responder. — Não linda, porque? — Porque os olhares delas dizem o contrário disso. — Helena, você é a única mulher a qual quero ter, qualquer um que olhe em meus olho
— Saímos novamente para passear e essa noite iríamos voltar para Miami, as ruas da linda Suíça estavam ainda mais lindas essa manhã nevando, Edu que nunca parava de me surpreender simplesmente me puxou no meio da rua para uma enorme loja de noivas, e de repente me fez desejar me ver vestida em um deles. Depois voltamos para a rua e fomos mais uma vez encontrar Bruno. Edu parecia um pouco pensativo depois que saímos da loja. — Ei, posso saber quem ousa roubar seus pensamentos de mim? — Na verdade, Helena, estava pensando em você. — E porque estava tão nostálgico? Algo está te incomodando? — Não é nada, nada que o tempo não consiga resolver, agora vem cá me deixa te aquecer. — Me puxando para seus braços ele me abraçou e me beijou no meio da rua. Seus lábios gelados nos meus me davam a certeza que nunca desejei tanto alguém como o desejo. Edu me faz me sentir viva. Aqueles lábios me lembravam que novamente eu era amada, intensamente eles me envolviam me fazendo desejar sempre mais.
— O restaurante que fomos jantar era divino, não sei exatamente porque Edu pediu para que ficássemos em uma área bem reservada, embora eu tenha simplesmente amado a ideia, pensei se ele só estava querendo me agradar, ou se não queria ser visto. Jantamos como um casal apaixonado, a comida estava divina, e o vinho também. Edu estava simplesmente carinhoso e sorridente como de costume, por um momento me peguei pensando como havia me enganado tanto com ele. O jovem irresponsável de repente se transformou em um homem cavalheiro e companheiro. Amava a forma como Edu tratava a meu filho e a mim. Não demoramos muito no restaurante logo após o jantar resolvemos voltar para casa. No caminho de volta Edu foi envolvido pela canção que tocava e simplesmente começou a dançar, e olha que ele não bebeu uma gota do vinho, era tão natural vê-lo sorrindo, ele era sempre tão espontâneo e feliz. Essa noite juro que mesmo tentando muito, não consegui dormir, as lembranças do carro, de nossos últimos momen
— Já era bem tarde quando saí do elevador e vi que a porta de nossa cobertura estava aberta, os seguranças da família estavam a porta posicionados porém rindo, confesso que fiquei intrigado com a cena tentando adivinhar o que os fazia rir, quando cheguei a entrada da porta pude entender então, minha sala estava repleta de balões Edu estava na bateria, e uma menininha dançava balé bem em frente ao meu sofá, Enzo brincava com outra menino quase de sua idade, de imediato não os reconheci, só depois percebi que eram os pestinhas que me odeiam, os benditos vizinhos do elevador. Definitivamente a vida deve estar testando meus limites. Ao olhar para a cena à minha frente era difícil decidir quem era a criança ali.Edu me olhou ao sorrir com aquele sorriso desgraçado que me fazia morrer de amor levantou graciosamente e veio em minha direção me estendendo a mão me puxando para seus braços. eles sorriam correndo para todos os lados o convidando para dançarem com eles, logo os três dançavam fel
— Já no banheiro, Edu estava todo lindo rindo, ansioso por um banho a dois. A banheira estava sendo preparada, ele veio até mim e me beijou cheio de desejos me convidando para entrar com ele na banheira. Me abraçando com o sorriso mais lindo desse mundo ele me beijou, aquele era um beijo doce sedutor e cheio de atração, logo estava novamente alucinada o beijando, completamente perdidamente apaixonada por ele, em meio aquela loucura que éramos nós dois, até racionar era difícil, lentamente íamos nos despindo, nossas mãos estavam sobre nossos corpos descendo e subindo perdidos em meio a loucura de nossos lábios, havia ali uma mistura de todos os sentimentos possíveis, era um misto de amor misturado a desejos, nossos corpos logo estavam unidos em meio ao calor daquele momento onde nos perdíamos e nos achávamos um no outro mais uma vez. Edu me olhava sorrindo, estávamos na banheira juntos nossos corpos totalmente colados um no outro, em um beijo ardente saciando aquele desejo de nossos co
— Oleg querido, como vai? Nos abraçamos como todas as outras vezes, dessa vez meu amigo carregava consigo um brilho diferente no olhar, estava tão sereno e risonho. Ao me abraçar ele me convidou a sentarmos. — Quer beber alguma coisa? — Por favor, pode ser um Whisky sem gelo. — Claro, conhecendo você, sei gosta dos fortes. Só um instante. — Ele foi até a cozinha e voltou com dois copos na mão e uma garrafa de um legítimo Royal Salute. — Só estou com isso no momento. — Está ótimo. Então porque me chamou pessoalmente? Poderíamos ter conversado pelo telefone. — Claro, e peço desculpas, sei que é muito ocupada, Helena. Porém eu queria vê-la. — Entendo, quer ir ao escritório Oleg? É sério esse assunto? — A não querida, calma, eu realmente só estava com saudades. E então meu filho não quis vir? — Na verdade acreditei que esse encontro era algo profissional, não o convidei para vir comigo, e ele está muito feliz recebendo sua prima Luiza em nossa casa. — Como assim? Luiza está em
— Cheguei cansada da viagem, embora ela não fosse longa, algo em mim me dizia que precisava voltar pra casa o mais rápido possível, cheguei sem falar com ninguém e fui direto para meu quarto, não havia ninguém nele, fui ao banheiro também não havia ninguém, Edu não estava em lugar nenhum, achei que talvez pudesse estar no quarto de Enzo, porém também não estava, de repente ouço risos, e alguns sussurros vindo de algum lugar da casa, sou levada a seguir os risos que me levam em direção ao quarto de hóspedes, não me importo em bater na porta e entro, vejo Edu abraçado a uma jovem de cabelos loiros, ambos estão no banheiro nus, jogando água um no outro ao sorrirem. Ao me olhar ela o beija com desejos, saio dali esbarrando em algo que não paro para olhar o que é, Edu vem atrás de mim me segurando pelo braço, quando vai falar algo, acordo e percebo que tudo não passa de um pesadelo, embora o ar condicionado esteja ligado ainda assim estou pegando fogo, sinto como se estivesse sufocando, ao