No dia do baile, Bruno se arrumou e esperou pela esposa na sala, pela primeira vez ele usava um smoking, estava se sentindo desconfortável, mas valia a pena para impressionar a esposa, colocou uma dose de whisky no copo, quando se virou, Rosa estava lá olhando para ele.Bruno tomou tudo em um só gole, colocou o copo na mesa sem tirar os olhos dela.Bruno: - Quero você ao meu lado todo o tempo, ouviu?Rosa: - Por que isso? - Ela franziu as sobrancelhas olhando para ele.Bruno:-Por que você será a mulher mais linda dá festa!Rosa:-Meu marido é sempre exagerado ou só quando se trata de mim? -Bruno sabia que a esposa não tinha uma alto estima elevada.Ele segurou a mão dela e a levou até o espelho que cobria uma das paredes dá sala, ficou atrás dela colando seus corposBruno: - Olhe como você é linda. Rosa-Rosa podia sentir a excitação ,do marido o que a deixou excitada também.Bruno massageou a parte interna dá coxa dá esposa, mordendo seu pescoço, ela não resistiu, jogou a cabeça para t
CAPITULO 24 RECONHECENDO O INIMIGOBRUNORosa foi levada para o centro cirúrgico, foram horas de agonia, agora inconsciente, já na cama de hospital, minha agonia não diminui, eu estaria ao lado dela o tempo que fosse necessário, mas meus pensamentos estavam conturbados, eu pegaria quem fez isso, e seja lá quem for vai pagar com a vida.Eu tentava pensar em quem faria uma coisa dessas, até que alguém veio a minha mente, liguei para Yuri, quera saber se os irmãos Caruso ainda estavam na cidade, e o que eles estavam fazendo nesses último dias.O médico entra para conversar comigo, minha família esta no corredor, não quis que ficassem no quarto, Rosa precisava descansar.Ele começa a me falar das lesões dá minha esposa, costelas quebradas, luxações, hematomas, olho roxo, braço quebrado, eu preciso me encostar na parede, o ar me falta e um grito sai dá minha garganta, eu estava fora de mim.Meus irmãos entram correndo e me tiram do quarto, vejo Emily e minha mãe conversando com o médico, q
Bruno deixou Eloisa presa, no galpão que a famÍlia utilizava para interrogatórios, voltaria depois, queria estar com Rosa quando ela acordasse.Encontrou o corredor ainda cheio pela família, seu pai veio ao seu encontro, com Emily.Emily:- Já soube do que aconteceu, o que pretende fazer agora?Bruno:- Nada mudou, ela vai pagar, não me importa quem seja seu pai, posso leva-lá para outro lugar, assim não envolvo vocês nissoAnthony:-Você esta falando besteria, se não tivesse feito nada, eu faria, Rosa é como nossa filha, eu cuido do pai dela, não se preocupe-Bruno olhou para o pai ainda com receio.Emily:- Ele não pode chegar a nós Bruno, e se tentar já estou preparada para ele, o nosso querido governador tem muita sujeira escondida, e agora a prova de boa parte esta em minhas mãos, fique tranquilo com isso.Bruno:-Obrigado, ela está no galpão, depois vejo isso, quero ver minha esposa.Ele abraça o pai e a irmã antes de entrar no quarto, sua mãe estava de costas, segurava a mão de Rosa.
Rosa caiu em uma profunda tristeza, recebeu alta do hospital depois de 3 dias, ela não dormia e quase não comia, Bruno a levou para casa, estava preocupado com o estado dela.Ele ligava para Bruna e Ava periodicamente, as ordens eram de que Eloisa passaria a pão e água, uma vez por dia, e deveria ser lembrada do que fez com Rosa e seu filho, mas a queria viva ele não queria deixar a esposa sozinha, então cuidaria dela e dos homens depois.Bruno preparou um banho de banheira para ela, despiu esposa e a colocou na água, massageou seus braços e pernas, acabou por dar banho em Rosa, parecia estar lidando com uma criança, ela não reagia.Os dias se passaram, o Natal e Ano novo, foram passados em casa, apenas os dois, Rosa se negava a ver qualquer pessoa que não fosse Bruno.Na manhã seguinte ao ano novo, ele entrou no quarto com uma bandeja de cafe da manhã, a esposa estava deitada na cama, ele sabia que estava acordada, ela passava as noites andando pela casa.Bruno:- Você precisa se alim
Rosa pensou, por todo o caminho, o que poderia fazer para agradar seu Ogro, ele estava sendo paciente com ela, e só demonstrara amor e carinho.Rosa foi para o quarto a cabeça fervendo em pensamentos, será que conseguiria tomar a iniciativa? Não sabia, mas precisava tentar, o medo precisava ir embora.Bruno entrou no quarto e ela começou a se despir, ele sentou na cama e ficou observando, ela retirava cada peça de roupa sensualmente.Rosa:-Preciso de um banho, você vem?-Bruno se levantou e a seguiu até o banheiro, ela sabia que ela queria agrada-ló, mas achava que ela ainda não estava pronta, não era possível com apenas uma sessão de terapia, mas deixaria que ela fosse até onde conseguisse, sem a pressionar.Rosa estava apenas com um conjunto de lingerie branca, retirou camisa do marido, beijou o peito musculoso, Bruno fechou os olhos, era difícil se controlar, mas precisava, Rosa puxou seu rosto e o beijou, ele retribui, mas não a tocou, sabia que esse seria o momento em que ela sent
Afonso aguardou reclamando o tempo todo, chegando a dizer que jogaria Eloisa nas ruas se continuasse a lhe dar problemas.Ela foi trazida por Bruna e alguns soldados, e colocada no meio dá sala, ela não conseguia ficar de pé, qualquer movimento lhe infligia dor, chorou quando viu o pai, pensou estar salva.Bruno:-Os dois rapazes que trabalharam para ela, vai se responsabilizar por eles também?Afonso:-Eu nem mesmo os conheço, faça o que quiser com eles, por mim ela também ficaria-Os olhos de Eloisa se arregalaram, o pai não lhe deu um só olhar de afeto, não se importou por ela estar extremamente magra, com roupas rasgadas e sujas de sangue, seus machucados eram visíveis, mas ele não se importou, se abaixou e segurou a filha pelos cabelos, a forçando a olhar para ele.Afonso:-Viu o que você causou, espero que esteja satisfeita, vou te mandar para o convento e de lá você não sai mais.Os homens de Afonso arrastaram Eloisa, ela gemia de dor, do lado de fora os dois homens que trabalharam
Rosa e Bruno passaram o resto dá noite nos braços um do outro, juras de amor foram feitas, estavam felizes, Bruno entrava em êxtase cada vez que Rosa dizia que o amava.Em poucas semanas Rosa já dirigia sozinha para todos os lugares, Bruno ainda muito preocupado com a segurança dela, designou dois soldados que estariam constantemente com a esposa. Rosa não gostava de ser seguida e vigiada, mas aceitou, pela tranquilidade do marido.Rosa se sentiu orgulhosa quando chegou na empresa de Bruno, a recepcionista a olhou com desconfiança, ainda não conhecia a esposa do patrão.Quando foi anunciada, Bruno fez questão de descer ao encontro dela, queria que todos soubessem que aquela era sua esposa, a mulher que amava.A recepcionista se sentiu constrangida por não reconhecer Rosa, mas se recompôs e sorriu para ela, Bruno segurou na mão dá esposa e pela primeira vez seus funcionários o viram sorrir, alguns, ate se assustaram com a novidade.Rosa percebendo as diversas reações, sorriu, as pessoa
Rosa se via cada vez mais apaixonada pelo marido, algumas vezes sentia medo, já havia sofrido muito e perder Bruno a devastaria, mas tentava afastar esses pensamentos, começou a perceber o olhar das outras mulheres para seu marido, o homem bonito e sombrio era cobiçado e ela não gostava nada disso, sentia ciúmes e insegurança, Bruno a amava e ela estava ciente deste amor, mas ainda tinha medo.Foram a um restaurante, Bruno queria proporcionar uma noite agradável a esposa, mas precisaram sair antes dá sobremesa, Rosa teve um ataque de ciúmes com as garçonetes do local, estavam caminhando em direção ao carro, ele de braços dados com o marido.Bruno:-Agora me diga, o que aconteceu lá dentro?Rosa:-Vai me dizer que não viu como elas olhavam para você?Bruno:-Realmente não reparei, estava olhando para você, não que seu ciumes não me agrade, mas você não era assim, o que mudou?-Ele estava preocupado com as mudanças de Rosa, ela parecia estar instável, nas últimas semanas, horas era uma mulh