— Você está completamente molhado, Adrian. Venha, precisa se trocar, ou vai acabar pegando um resfriado — Grace disse, seu tom suave, mas direto. Ela passou por baixo do braço dele com facilidade, considerando a diferença de altura entre eles. Com seus 1,56 metros de altura, Grace era pequena em comparação a Adrian, que com seus 1,90 metros parecia ainda mais imponente, especialmente naquela situação. Ele sorriu ao vê-la se mover com tanta facilidade e segurança, mesmo sendo tão pequena ao lado dele. A visão de Grace vestida com um robe de seda, os cabelos soltos, e a expressão de preocupação no rosto só aumentavam o contraste entre o seu porte físico e a leveza dela. Adrian a seguiu silenciosamente, sem protestar. A exaustão da noite, a briga e a tempestade o haviam desgastado, e agora a única coisa que ele queria era estar ali, na casa dela, próximo a Grace. Ela o guiou até o banheiro, onde entregou-lhe uma toalha seca. — Pode me entregar suas roupas. Vou secá-las para você — dis
Adrian observava cada movimento de Grace enquanto ela se movia pelo quarto, arrumando algumas coisas distraidamente. Ele a seguia com os olhos, o corpo relaxado, mas a mente totalmente concentrada nela. Depois de alguns minutos, ela saiu do quarto e logo voltou com as roupas dele, agora secas. — Prontinho, suas roupas estão secas — disse Grace, estendendo o braço para entregar a ele. Adrian pegou as roupas sem desviar o olhar dela. Em vez de se vestir imediatamente, ele colocou as roupas secas sobre a poltrona e, num movimento rápido, a puxou suavemente para mais perto de si. Grace foi pega de surpresa pela intensidade do gesto, seus olhos arregalados com a proximidade súbita. — Adrian, por favor... — começou ela, sua voz hesitante, enquanto suas mãos estavam espalmadas no peitoral rígido dele. Mas antes que ela pudesse terminar a frase, Adrian enfiou os dedos nos cabelos dela, envolvendo a nuca com um toque firme, mas gentil. O toque dele a fez tremer, e o coração de Grace dispa
A tempestade lá fora parecia piorar a cada minuto. O som da chuva forte batendo nas janelas era ensurdecedor, e trovões ecoavam pelo céu, iluminando brevemente o quarto. Grace ficou parada por um momento, sozinha no quarto, ainda processando tudo o que havia acontecido entre ela e Adrian. Mas então, um pensamento a atingiu: Adrian sairia naquela tempestade? O coração dela disparou ao imaginar ele enfrentando o mau tempo lá fora novamente. Sem pensar duas vezes, Grace foi atrás dele. Ela o encontrou na sala, já sentado no sofá, amarrando os cadarços dos sapatos, claramente se preparando para sair. — Adrian, você não pode sair nessa tempestade — disse ela, a voz levemente alarmada. Adrian levantou os olhos para ela, sua expressão suave, mas firme. — Eu estarei bem, Grace. Já enfrentei coisas piores do que um pouco de chuva. — Ele disse com um sorriso de canto, tentando tranquilizá-la. Grace, no entanto, não estava convencida. Ela se aproximou mais, sentindo a necessidade de impedi-
O celular de Adrian vibrou insistentemente sobre o criado-mudo, interrompendo o silêncio confortável que havia se estabelecido entre ele e Grace. A tela do aparelho piscava com uma chamada, mas ele não fez nenhum movimento para atender. Grace, que até então estava relaxada, sentiu-se subitamente inquieta com a insistência da chamada não atendida. Ela observou Adrian pelo canto do olho, esperando que ele dissesse algo, mas ele permaneceu tranquilo, aparentemente despreocupado. Isso a deixou ainda mais intrigada. Ela sabia muito pouco sobre a vida pessoal dele, e isso a incomodava, considerando o quanto ele já sabia sobre sua própria vida. Tentando esconder sua curiosidade, Grace quebrou o silêncio com um tom casual, mas um pouco provocativo. — Sua esposa está ligando? — Ela jogou a verde, com um pequeno sorriso nos lábios, mas havia uma pontada de sinceridade na pergunta. Adrian se virou para ela, surpreso, mas logo soltou uma risada curta, claramente se divertindo com a suposição
Algumas horas depois, o filme finalmente chegou ao fim, e o som da TV se silenciou na sala. Grace, sentada ao lado de Adrian, respirou fundo, aproveitando o momento de tranquilidade. Levantou-se calmamente, recolhendo as xícaras vazias e a tigela de pipoca. Ela olhou para Adrian, que agora estava deitado no sofá, com os braços cruzados atrás da cabeça, olhando para o teto com uma expressão pensativa. — Boa noite, Adrian — disse ela, com um sorriso suave. — Boa noite, bebê — respondeu ele, com um tom de voz calmo, quase carinhoso, enquanto a observava desaparecer pelo corredor. Grace entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. O som distante da chuva ainda ecoava, mas estava mais suave agora, apenas uma garoa leve que batia na janela. Ela suspirou e foi direto para o banheiro. A água quente do chuveiro caía sobre sua pele, e enquanto a sensação de relaxamento a envolvia, seus pensamentos voltaram para Adrian. Tudo o que havia acontecido naquela noite — as conversas, a tensão não
Adrian pegou Grace no colo com facilidade, erguendo-a do chão e caminhando pelo corredor em direção ao quarto. O corpo dela estava leve em seus braços, e ele sentia a respiração de Grace aumentar à medida que se aproximavam da cama. Quando chegaram, Adrian a deitou suavemente sobre o colchão, seus olhos fixos nos dela, que estavam arregalados de antecipação e desejo. A sala estava iluminada apenas pela luz suave que vinha de uma luminária no canto do quarto. A tensão no ar era quente, e Grace mal conseguia controlar a respiração enquanto observava Adrian com cuidado. Ele estava totalmente no controle, calmo e confiante, enquanto desabotoava a calça de couro lentamente, tirando o cinto que usava. Os olhos de Grace seguiram cada movimento, fascinada pela precisão e pelo controle que ele exercia sobre cada ação. O abdômen definido, e braços fortes, as poucas tatuagens espalhadas pelo corpo. De repente, Adrian pegou o cinto e, com um movimento firme, prendeu os pulsos dela na cabeceir
Adrian deslizava sua língua pela barriga de Grace, deixando um rastro de sensações em cada centímetro de pele. Ele se movia devagar, com uma precisão controlada, saboreando cada reação que provocava nela. Grace sentia o corpo inteiro pulsar com uma expectativa que parecia aumentar a cada segundo. Adrian, agora completamente imerso no controle da situação, desceu até o ponto onde a renda preta da calcinha de Grace ainda cobria sua intimidade. Ele parou ali, apenas o suficiente para fazer o desejo crescer mais intensamente, antes de deslizar a peça delicada pelo corpo dela, revelando-a por completo. Seus olhos a devoravam. Sua linda böcëta de cor rosada, estava à mostra. Adrian se permitiu sentir o cheiro femenino e suave de sua calcinha, depois a deixou de lado. Grace, com os olhos vendados, sentia cada sensação amplificada. Não saber o que viria a seguir a deixava completamente vulnerável, e ao mesmo tempo, mais conectada a cada toque de Adrian. Seu coração acelerava, enquanto o c
Grace ainda estava deitada nos braços de Adrian, o corpo dela completamente relaxado, mas a mente ainda processando tudo o que havia acontecido. O calor dos braços dele ao redor dela a fazia se sentir segura, como se não houvesse mais nada no mundo que pudesse perturbá-la naquele momento. Ele estava ali com ela, e ela se sentia completamente conectada a ele. Adrian, por sua vez, mantinha os olhos fixos no rosto de Grace, observando cada pequena expressão que ela fazia, como se estivesse estudando seus pensamentos. Ele ergueu o queixo dela suavemente com a ponta dos dedos, inclinando-se apenas o suficiente para que seus olhares se encontrassem. Havia algo no olhar dele que a deixava sem fôlego, uma mistura de poder e ternura que a desarmava por completo. Sem dizer uma palavra, Adrian deixou sua mão deslizar lentamente pelo corpo de Grace, seus dedos traçando um caminho delicado ao longo da pele macia dela. Quando ele chegou à sua intimidade, Grace sentiu o corpo se tensionar levement