19. OTTON
OTTON

Ao deixar Yanah na companhia de Késsia, nervoso porque ela tem esse dom de despertar em mim a fúria, vou diretamente para a cozinha beber água. Tento me acalmar e vou procurar o meu pai no seu escritório.

— Pai, posso entrar? — Abro levemente na porta.

— Pode, meu filho, pensei que não viria. Sente-se, Otton.

— Pai, podemos ir jantar fora? Não quero ficar aqui.

— Como quiser, Otton. Está tudo bem? Estou te achando nervoso.

— Estou ótimo. — Falo sério.

Meu pai e eu saímos para jantar no restaurante o qual sempre frequentamos no passado.

— Otton, aqui continua lindo do mesmo jeito, tenho saudades de quando vocês eram crianças, cuidava de vocês enquanto a sua mãe almoçava.

— Mamãe era sem paciência e você todo paciente, tenho orgulho de você como meu pai, amo a minha família.

Fazemos o nosso pedido e o meu pai está me observando, como se quisesse adivinhar o que estou pensando ou que está se passando nesse coração.

— Porque me olha assim, pai? — Pergu
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