RavenNo final, não sei que parafuso se soltou na minha cabeça, mas a língua dele no meu clitóris, os dedos na minha boceta e aquele jade me fodendo o cu acabaram me fazendo rebolar contra a cara do Alfa.As pontas dos meus pés afundadas no colchão enquanto me impulsionava pra cima.— Mmmm – arqueei as costas, completamente excitada. Tantas sensações estavam me enlouquecendo.— Cedrick… eu gosto… mmm… mais…Agarrei a mão dele e empurrei os dedos rápido, me penetrando com mais força e mais fundo, eu precisava gozar desesperadamente, mas justo no melhor momento, meu Alfa cruel parou.— Cedrick, não para agora… ahhh… continua me tocando!…— Esqueceu que isso aqui era um castigo? Você só goza quando eu permitir, Luna, e do jeito que eu quiser.Fico ofegante na cama, excitada como nunca e sinto que vou morrer torrada no meu próprio calor.Vou pensar muito bem da próxima vez antes de bancar a rebelde com o Alfa... ou talvez não... porque os castigos do Cedrick me enlouquecem, pra que menti
CEDRICKMe deito sobre Raven e começo a beijá-la com ternura, entrelaçamos nossas línguas e ela me abraça pelo pescoço.Levo minha mão até embaixo e posiciono a ponta na sua entrada quente e latejante, então começo a empurrar meus quadris pra frente, sendo engolido por aqueles lábios rosados e molhados.— Aaaaahhhh — as unhas da Raven se cravam nas minhas costas e sinto toda a boceta dela se contraindo ao redor do meu pau.É uma sensação tão deliciosa que me faz meter ainda mais fundo em busca de mais e mais prazer.— Porra, Raven… shhhh… tão apertada, Luna… você me enlouquece… mmm… tá me deixando maluco… quero te foder bem gostoso – gemo palavras desconexas, completamente perdido no prazer das estocadas.Apesar das preliminares, ela tá tão apertada que me dá a ilusão de ser o primeiro homem a tomá-la.Volto a beijá-la, nossos lábios fundidos com paixão, os gemidos da Raven se perdendo na minha garganta.Toco, aperto os seios dela, e o vaivém sensual dos meus quadris tá deixando nós d
RavenDe dor, porque depois de xingar como um louco, ele acabou me mordendo no ombro e logo abaixo, suas estocadas frenéticas o levaram a um orgasmo forte que se derrama dentro de mim.Sinto a pressão aumentar no meu ventre enquanto jatos frios e potentes de sêmen disparam até o meu colo do útero, e um nó grosso se forma na base do pau do meu Alfa.Cedrick grunhe como um animal, ainda mordendo meu ombro, me dominando com todo o corpo sobre o meu, exigindo apenas submissão e entrega total da sua fêmea.O nó dele cresce e cresce, mas meu interior de Omega está preparado e desejoso disso, de que o Alfa da matilha queira me cobrir e procriar comigo.Então, sentimentos de tristeza me invadem de repente ao lembrar da minha infertilidade.Afasto esses pensamentos e só aproveito o momento. Há coisas que não posso mudar, por mais que eu queira.— Me desculpa por ser tão selvagem, Luna. Doeu muito? – pergunta rouco, passando a língua pela ferida no meu ombro, aliviando a sensação da marca fora
RAVENCedrick me mantém aberta com as mãos nas minhas nádegas, e vejo em câmera lenta sua glande avermelhada e inchada se aproximar e se introduzir dentro de mim.— Agora você é completamente minha… ninguém vai te fazer como eu, VOCÊ É MINHA, Raven, e sempre será!… só eu posso te ter de todas as maneiras… só eu vou te foder bem gostoso como você gosta… Mmm, tão apertada… porra, que delícia, Luna… relaxa pro seu Alfa… se abre pra mim…Os quadris dele começam a se mover pra cima e todo o peso do meu corpo vai descendo, controlado pelas mãos dele.Me sinto vulnerável e no ar, totalmente à mercê das investidas dele.Sinto aquele pau enorme abrindo caminho dentro de mim, tomando a virgindade dessa parte do meu corpo, e dessa vez, estou entregando com prazer ao homem que escolhi.— Aaahhhh, Cedrick… fundo demais!*****Assim passamos vários dias, nos amando como loucos.Cedrick passou todas as obrigações da matilha para o Beta e, apesar da situação um pouco instável, ficou pra cuidar do meu
RavenNunca saí da matilha onde fui criada, e lá, coisas tão incríveis como essas feiras nunca aconteciam.Uma carroça de comerciantes passava algumas vezes por ano, e todo mundo economizava feliz para comprar o que precisava.Então, mesmo tentando disfarçar e sem estar com os olhos tão arregalados de surpresa quanto os da Diana, por dentro eu estava muito feliz por finalmente sair da pequena prisão que foi a minha vida.— Olha, Luna, esse enfeite de cabelo que lindo...!— Diana, lembra, não me chama de Luna aqui, não quero chamar atenção — puxei o braço dela e falei baixinho. Ela assentiu feito uma galinha ciscando.Até nossos guardas nos seguem discretamente, e usamos capas pesadas que, jogadas sobre nossas cabeças, nos escondem de olhos fofoqueiros.Não acho que sou tão popular, mas depois dos últimos acontecimentos, melhor prevenir.Essa matilha é algo como aliada — vassala da de Cedrick.Paramos em frente a uma barraca cheia de enfeites lindos e elaborados para o cabelo.Na verda
Raven— Passe pelo corredor e no fundo tem uma porta que leva ao banheiro! Rápido! — o homem finalmente cedeu e Diana me segurou, porque claro, eu quase não conseguia andar de tanta dor, e passamos por umas cortinas até um corredor estreito.Nisso chegou outro cliente e o homem voltou ao seu trabalho, nos deixando sem vigilância.Da loja até aqui atrás não se via nada, a não ser que alguém viesse de propósito.— Pronto, Diana, fica aqui vigiando na porta do banheiro, assim que ouvir algum movimento me avisa!— Senhora, vai sozinha pra onde? Por favor, não arruma encrenca, ou o Alfa vai arrancar nossa pele viva!Ela sussurrou entre os dentes, mas eu a tranquilizei e continuei por esse corredor que seguia até o fundo dessa casa velha enorme.“Raven, está perto” Sena me avisou e eu segui com todos os sentidos em alerta, com medo de ser pega a qualquer momento.Cheguei a uma porta velha de madeira que dava acesso a um pátio cercado por muros altos de concreto.Eu sabia porque dava pra ver
CedrickMeu Beta tá falando de uns assuntos da matilha, mas como tem acontecido ultimamente, minha cabeça tá mais focada nos assuntos da Raven do que em tudo que ele tá dizendo agora.— Alfa, quer deixar essa reunião pra depois? — Vincent solta um suspiro e sei que ele percebeu que eu já me distraí de novo.— Vincent, quero te fazer uma pergunta, não como meu Beta, mas como meu amigo — começo a falar, porque preciso tirar isso do peito com alguém, e o Vincent é meu melhor amigo. O único que me sobrou.Tinha outro, mas morreu porque eu não consegui proteger.— Tem a ver com a sua Luna, né? — ele se ajeita na cadeira na minha frente, e é por isso que gosto de conversar com ele.Ele é inteligente e tem faro pra essas coisas.— O que você acha que significa o fato de que, durante o cio, eu quis marcar ela não uma, mas várias vezes? — solto logo a pergunta que não sai da minha cabeça esses dias.— Você já sentiu essa vontade com outra loba? Em algum outro cio?— Não, nunca. Na real, só de
NARRADORAA caravana de mercadorias vinha se aproximando lentamente da entrada da matilha “Tundra Invernal”.Supostamente, eram os itens comprados na feira, porque muitos ricos não queriam se misturar com o povão e preferiam pagar o dobro nos leilões internos da matilha.— Parem! Precisamos inspecionar os produtos! — um dos guerreiros da patrulha parou a primeira carroça e, em seguida, começaram a cercar toda a caravana.— O que significa isso? Essas mercadorias estão sob a jurisdição do chefe dos guerreiros. Como ousa nos impedir de passar?Marshall desceu de uma das carroças e encarou o lobo que os deteve, visivelmente irritado.— Ordem de cima, senhor — o guerreiro não se deixou intimidar nem um pouco.— De cima? Quem tá acima do meu pai pra te mandar fazer isso, guerreiro?— Acho que posso dizer que tô bem acima do seu pai nessa matilha, guerreiro Marshall, então abaixa esse tom aí — a voz intimidadora do Alfa esmagou ele sem piedade, fazendo Marshall baixar a cabeça.— A-Alfa… eu