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Ao testemunhar a indignação estampada no rosto da mulher, Bruce sentiu uma estranha mistura de tentação e prazer em provocá-la ainda mais. Afinal, Mary parecia tão enrubescida naquele momento. Ele não resistiu e soltou uma risada, prontamente respondendo: — Não precisa se envergonhar tanto, afinal, somos casados. Mais cedo ou mais tarde, isso era algo que eu teria que ver. Mary bufou, percebendo claramente que ele estava brincando com ela. Determinada a responder à altura, ela retrucou com um sorriso malicioso: — Ah, é engraçado você dizer isso. Se eu estivesse realmente tentando seduzi-lo no corredor mais cedo, posso garantir que minha tentativa teria falhado miseravelmente, considerando que meu marido saiu correndo como se o diabo estivesse atrás dele. Bruce arqueou as sobrancelhas, genuinamente surpreso com a resposta atrevida de Mary. "Essa mulher sempre me pega de surpresa", pensou ele, admirando a ousadia dela. — Mary, Mary, vamos deixar essa discussão de lado por
Mary abriu a boca de modo involuntário.“Passar alguns dias?” Daquele modo, ela e Bruce teriam que voltar a dormir no mesmo quarto, e tudo aquilo sob o olhar de águia de Nora.— Que baile beneficente?— questionou Bruce, sua voz estava áspera.Nora acendeu seu cigarro e se levantou, caminhando até as enormes janelas na sala.Nora Wood as abriu, e o ar limpo do dia atravessou o espaço.Ela soltou a fumaça e se virou para o casal.— Eu irei organizar o baile anual de caridade aqui na mansão Stevenson. Todas as grandes famílias estão sediando eventos de caridade, e você deve se lembrar que todos os anos o maior evento é dos Stevenson! Eu sei que você está doente Bruce, mas como pôde se esquecer?Bruce se remexeu no sofá desconfortável.Ele havia esquecido completamente do baile anual de caridade dos Stevenson.“merda, como vou conseguir resolver todos os meus assuntos com ela aqui?”— Eu não esqueci. Mas a Louise pode organizar isso, não é Louise? — ele se virou para Mary ao seu lado, el
Nora Wood foi até a cozinha, desempenhando seu papel habitual de líder com habilidade e rigor. Dava ordens aos empregados, guiando-os para preparar o melhor jantar para o casal. Embora os empregados da mansão não detestassem Nora, sua presença sempre gerava tensão e ansiedade na cozinha. Isso porque Nora era uma mulher notoriamente exigente quando se tratava da alimentação de Bruce. Ela avaliava minuciosamente cada panela, aspirava os aromas provenientes delas e, em seguida, dirigia-se às empregadas que cortavam legumes, corrigindo-as meticulosamente, demonstrando o modo exato de cortar cada legume para atender aos padrões de Bruce. Isso tudo deixava todos tensos. — É assim que deve ser feito — disse Nora, com autoridade, enquanto realizava uma demonstração precisa para as mulheres. Enquanto ela se virava para verificar a sopa, uma das empregadas sussurrou, quase inaudível: — Bruxa. A palavra escapou dos lábios da empregada, expressando a tensão e o desconforto que Nor
Quando Bruce pronunciou aquelas palavras, Mary percebeu que estava suando terrivelmente. Era como se todo o seu corpo estivesse em chamas. Ela sentia a roupa que usava de seda pinicando em sua pele, a fazendo sentir vontade de tirá-la. O clima no quarto a luz de velas fazia o rosto de Bruce parecer ainda mais bonito. Seus olhos azuis profundos estavam um pouco mais escuros, como um oceano negro. Mary percebeu que estava completamente envolvida naquela atmosfera hipnótica e sensual. Ela começou a recuar, tentando entender porque seu corpo parecia tão quente. A garota sentiu algo se formando em seu interior, algo nascendo em seu centro, como se uma fogueira estivesse sendo acesa em seu interior. Ela engoliu em seco, e tentou se concentrar no sentido das palavras do homem. Sabia que era uma coisa ruim, uma péssima ideia. Ela olhou ao redor, para as velas, a música envolvente e sensual que a embalava. Era como se tivesse caído em uma armadilha, pensou. “Se eu sei que é uma ar
Mary sentiu a cama macia em suas costas, enquanto as mãos de Bruce percorriam todo o seu corpo. Seus lábios estavam pressionando os seus, enquanto o coração dela batia forte. A garota sentia a umidade entre suas pernas se formando, e o quanto o corpo dela estava ansiando por algo desconhecido que apenas ele poderia oferecer. Bruce começou a tirar seu vestido, enquanto ela o ajudava a tirar suas próprias roupas. Ela não sentiu vergonha ou constrangimento por ficar nua em sua frente, e quando isso acontece, Bruce se inclinou um pouco para longe. O homem admirou a luz das velas iluminando a pele perfeita de Mary, ele observou de modo selvagem como as curvas da mulher eram uma visão. Seus seios perfeitamente arredondados e macios, seus mamilos estavam rígidos, apontando para cima, e Bruce percebeu que o que ele mais desejava era beijá-los. E foi exatamente isso que ele fez, ele se inclinou até ela, tomando o cuidado para não colocar todo o seu peso em Mary, e capturou um de seus mam
Mary sentiu um nó na garganta, suas bochechas arderam como brasas ardentes. Ainda que Bruce estivesse certo, ela não desejava expor mais nada na frente dele. — Não sei o que me deu noite passada, mas garanto que não vai acontecer de novo. — respondeu ela, tentando esconder o nervosismo em sua voz. Bruce apertou os lábios e levantou-se abruptamente, sem o menor constrangimento. De forma decidida, ele caminhou em direção a Mary, que, ao tentar recuar, viu-se surpreendida com a firmeza com que ele a segurou pela cintura, atraindo-a para si. Seus rostos ficaram a meros centímetros de distância, e Mary prendeu a respiração ao sentir os lábios de Bruce roçando os seus. — Venha dormir. — sussurrou ele, puxando-a suavemente consigo. Na cama, seus corpos se entrelaçaram em um abraço protetor, e Mary acreditou que a insônia a assombraria. No entanto, para sua surpresa, adormeceu em pouquíssimo tempo, aconchegada nos braços de Bruce. O homem se levantou nos primeiros raios de sol, olhando
Enquanto Nora aguardava no carro e pensava que o pequeno frasquinho que havia derramado na sobremesa havia dado certo. “Logo eles podem ter um filho.” Ela começou a pensar na demora Louise, que finalmente apareceu na porta e entrou na enorme garagem, onde o carro estava estacionado. Nora sorriu ao vê-la entrar, percebendo que seu plano havia dado certo, considerando como Bruce estava agora protetor com ela. Louise se acomodou no banco ao lado de Nora, e a amiga notou que seu rosto estava um pouco vermelho, o que despertou sua preocupação. Com carinho, Nora perguntou: — Está tudo bem, querida? Mary olhou para Nora, que a observava com atenção. Ela sorriu falsamente e respondeu: — Sim, estou curiosa para saber para onde estamos indo. — Nora ligou o carro e sorriu de volta. — Vai ver. — respondeu de forma enigmática. A mulher dirigiu em silêncio, mas ao longo do caminho, percebeu que um SUV prata as seguia de perto o tempo todo. Isso fez com que Nora bufasse de frustração e excla
Quando Mary, acompanhada de Nora, se acomodou novamente no interior do carro, viu-se mergulhada em uma profusão de pensamentos onde a imagem e a história de Catherine ecoavam com persistência. Catherine, possivelmente uma ex-namorada de Bruce, parecia ocupar um espaço indelevelmente marcado em seus pensamentos. As memórias deles juntos, os sorrisos compartilhados e os momentos que outrora compartilharam, tudo isso parecia dançar diante de seus olhos como uma tapeçaria vívida de lembranças. “Eu estou realmente imaginando tudo isso?” Ela se perguntou. Enquanto o motor do carro ronronava suavemente, as reflexões de Mary ganhavam vida própria. E de modo terrível, as lembranças da noite que tiveram começou dançar em sua em sua mente. O toque suave dos lábios dele nos seus, depois o modo voraz como ele a dominou e possuiu, tudo isso fez que um calor se infiltrasse em sua pele. — Louise? — a voz de Nora interrompeu seus pensamentos e a fez virar o rosto na direção da mulher mais velha.