23-PERDIDO

ERIKA

O fim de semana ao lado de Thiago foi diferente de tudo que já vivi.

Primeiro que não lembro muito de como era a vida com os meus pais e avô paterno.

Lembro de palavras, músicas, cheiros, sons, sabores. A risada do meu pai, jogando-me para o alto, o toque da sua barba enquanto me fazia cocegas. A voz doce de mamãe, cantando enquanto cozinhava, ainda sinto o cheiro do seu arroz, nunca senti nada parecido. As histórias de vovô, antes de me colocar para dormir, e a frase de todas as noites, "Mesmo não estando aqui presente, estarei sempre aqui, no seu coração Fofinha."

A família de mamãe, destruiu com quase todas as recordações deles, fiquei com um álbum de foto.

Por isso não posso dizer como era nossos fins de semana.

No orfanato, ou colégio interno, os fins de semana eram de faxina, as maiores sempre acabavam deixando mais serviço para mim, que fazia para não ser punida. Então todos os fins de semana trabalhava em algo, foi assim que conheci Thiago no velório, estava ali trabalha
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