Minha princesa adormece em meus braços. Todo o meu corpo grita implorando por mais, mas neste momento é apenas ela que importa. Quando percebo que ela adormece, me levanto com cuidado. Vou para o banheiro, meu pau pulsa pedindo alívio, não vou conseguir dormir se não fizer isso. Tiro a minha roupa e entro no box. Deixo a água gelada cair sobre mim, o que não é suficiente para aplacar meu desejo. Fecho os olhos e desço minha mão até o meu membro. Começo a me masturbar, preciso gozar, fecho os olhos e lembro de Aurora e da maneira que ela se entregou para mim. Meus movimentos se intensificam e não demoro a gozar na parede fria do box. Meu corpo todo estremece e tento controlar a minha respiração. Abro os olhos e sorrio da minha desgraça, prevendo que Aurora não vai me ajudar, nem um pouco, a me segurar. Termino meu banho, visto o short do pijama e volto para o quarto. Vejo minha pequena encolhida na cama, como se estivesse com frio. Puxo o cobertor e deito ao seu lado e como se soube
O som abafado dos tiros ecoava pelo centro de treinamento, misturado ao tilintar de risos e conversas. Matteo limpava o suor da testa com o antebraço, tentando manter o foco no alvo, mas não demorou para Giuseppe, com seu eterno olhar curioso, se aproximar com um sorriso travesso estampado no rosto.— Matteo, meu caro amigo… — começou Giusepe, apoiando-se no estande como se estivesse prestes a ouvir uma boa história. — Você tá com a cara de quem teve uma noite muito… digamos… especial.Matteo parou e lançou um olhar fulminante para o amigo, apertando o cano da arma e abaixando os fones.— Giusepe… nã
Aurora respirou fundo ao entrar no dojô, tentando acalmar o coração acelerado. Era mais um dia de treinamento e ela estava pronta para dar o seu melhor. No entanto, ao levantar o olhar, ela o viu Matteo.Ele caminhava em sua direção com aquele jeito confiante que fazia seu coração disparar. O cabelo ainda úmido de suor, o peitoral exposto e perfeitamente malhado brilhava sob a luz. Cada músculo parecia desenhado à mão e Aurora sentiu sua mente vagar para um território perigoso.Ela não conseguia desviar os olhos. O mundo ao redor desapareceu. Tudo o que existia era Matteo.Matteo parou bem na frente dela e o sorriso divertido que surgiu em seus lábios indicava que ele havia percebido muito bem
O salão estava aconchegante, iluminado pela luz suave da tarde, o som das risadas das mulheres preenchia o ambiente. Serena, Aleksandra, Giovanna e Violet estavam reunidas ao redor da mesa, compartilhando histórias e memórias enquanto aproveitavam a tarde juntas. As taças de vinho tintilavam ao serem erguidas, o clima era leve e divertido.Serena deu um sorriso animado e se inclinou levemente na cadeira.— Finalmente! Aurora e Matteo se entenderam! — anunciou com entusiasmo, seus olhos brilhavam de alegria.As amigas se entreolharam e começaram a rir, um misto de surpresa e alívio.— Até que enfim! Já estava na hora, né?
A sala principal da sede exalava poder e tensão. As paredes revestidas com detalhes em ouro e vermelho refletiam o brilho das luzes imponentes e a longa mesa de mogno ocupava o centro do espaço. Sentado à cabeceira, Vittorio, com sua postura majestosa e olhar impassível, observava os membros da Tríade Chinesa entrarem com passos calculados.O líder da Tríade, um homem elegante de meia-idade chamado Wei Long, vestia um terno impecável, cada movimento seu era calculado e silencioso como o de um predador. Ao seu lado, seu filho, Li Zhang, jovem, ambicioso e cheio de uma confiança perigosa, exalava uma aura de arrogância.A reunião já havia começado quando Aurora entrou na sala. Seu vestido preto justo ao corpo, destacava sua postura decidida e a fazia parecer um
Aurora deixou a sede com passos firmes e um leve sorriso nos lábios. A brisa suave da tarde tocava seu rosto , saber que Matteo estava ao seu lado era tudo o que ela sempre desejou na sua vida.Ao chegar em casa, Aurora avistou Serena no jardim, debruçada sobre um canteiro de rosas vermelhas. Os cabelos da mãe brilhavam sob o sol e seu semblante, mesmo concentrado, transbordava tranquilidade. Aurora sentiu o coração aquecer ao vê-la ali, cuidando das flores com todo o carinho do mundo.Serena tinha se tornado uma das médicas oficiais da Cosa Nostra, ela coordenava o hospital ao lado de Alekssandra, apesar de parecer inofensiva, a ruiva era bem temperamental e não hesitava em mostrar suas garras quando o assunto envolvesse seus filhos ou seu marido, principalmente esse último.Aurora s
— Vai, conte o que o padrinho falou — Ava estava curiosa.— Não consegui falar com o papa… ele estava numa reunião, disse que depois conversava comigo.— Fiquei sabendo que ele já está sabendo o que ela fez. Espero que ele mande dar um jeito nessa vagabunda de uma figa. Ai dela se ousasse chegar perto do meu Giuseppe, eu quebrava a cara dela.Aurora olhou para a amiga arqueando a sobrancelha.— Relaxe amiga, isso não vai ficar assim. Vou mostrar para Silvia o que eu faço com qualquer uma que toque no que me pertence!&mda
Os rumores se espalharam como fogo. Toda a máfia já sabia o que havia acontecido, os sussurros pelos corredores falavam sobre o herdeiro e a traição imperdoável. Não demorou para que a notícia chegasse aos ouvidos de Don Vittorio.Ele não hesitou em sua primeira decisão - Silvia deveria morrer.Os pais de Silvia se ajoelharam diante do Don, lágrimas escorrendo por seus rostos, implorando pela vida da filha, mas não adiantou. A decisão já havia sido tomada.O poder estava com Aurora.O que Silvia fez era algo imperdoável. Uma afronta grave o suficiente para justificar sua execução.Vit