Todos los capítulos de Vendida ao tio do meu Ex-marido: Capítulo 21 - Capítulo 30
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Capítulo 21. Crise
Gavin não esperou para ouvir Ana, ele correu em direção ao quarto de Cris com Graham logo atrás. Assim que chegou, a imagem que presenciou partiu sua alma, ele se viu anos atrás com Anderson nos braços, mas agora era Marina segurando a pequena Cris nos braços, muito pálida e de lábios azuis. Graham passou por ele e foi então que Gavin percebeu que ele havia ficado parado, incapaz de seguir em frente. Marina chora de muita dor e Graham tira a criança de seus braços. —Gavin, leve Marina —Gavin o ouviu, mas seu corpo se recusava a se mover, ele queria correr, mas na direção oposta, para escapar da dor— Gavin agora!! Gavin reagiu e abraçou Marina por trás e teve que pegá-la no colo para afastá-la de Cris. Marina gritou e bateu nas costas dele, o ombro de Gavin doeu com o ataque, mas ele resistiu à dor e sem soltá-la a tirou do quarto. — NÃO, MEU FILHO, ME DEIXA!! — Marina!... Marina, calma! Mas não havia jeito, de jeito nenhum, de Marina parar de lutar para se
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Capítulo 22. Coisas difíceis de dizer
—Você não descansou? —Gavin perguntou sussurrando—. Posso ficar um pouco —disse ele com pouca convicção, este era o último lugar que ele queria estar, mas também não podia ir embora. Marina balançou a cabeça vigorosamente. —Estou bem —ele respondeu e continuou cantando a linda canção de ninar. Ana entrou e sorriu para Gavin, sentou-se ao lado de Marina e pegou uma das mãos dela e a de Cris com a outra. Como se isso pudesse de alguma forma dar energia para eles continuarem, isso pareceu para Gavin e ele gostou, ele sorriu com Ana, satisfeito por tê-la levado, Marina ficava melhor com ela ao seu lado e isso era melhor para Cris. Gavin observou Cris tremer, sua pele estava pálida, era óbvio que ele estava sofrendo um tormento e queria tirar aquele fardo da criança e carregá-lo sozinho. Se eu pudesse fazer isso, faria sem hesitar, mas sabia que era impossível, por mais que eu tivesse orado a Deus quando era o Anderson que estava convalescendo em uma cama de hospital, is
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Capítulo 23. Uma conversa difícil
— Você não achou que tinha ganhado na loteria ao engravidar? —Gavin perguntou ironicamente. Marina olhou para ele com raiva e ressentimento. —Não sei como é na Escócia, mas engravidar de estupro... —Droga, Marina, eu não estuprei você—, interrompeu Gavin. — Oh não? Você estava bêbado e eu estava drogada, amarradoa eu ficava mandando você parar e você me chamava de Sofi, isso é normal para você? —Marina perguntou, listando com os dedos e com uma expressão de nojo. Gavin desviou o olhar. —Seus planos mudaram quando você foi parar na minha cama e não na de Fergus. —Que plano? Pelo amor de Deus. —José Manuel mandou a polícia aqui. Ele sabia que Fergus era do meu clã e sua intenção era tirar dinheiro de mim também! —O que eu sabia era que José Manuel tinha contraído dívidas com um gangster que nos mataria se eu não lhe pagasse uma quantia enorme de dinheiro. —Fergus pagou cinco milhões, meu pai deu cinco milhões pelo seu resgate e Deus sabe o quanto ele queri
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Capítulo 24. Impossível de suportar
—Não aguento —sussurrou Marina—. Não consigo vê-lo sofrendo assim. Gavin assentiu e respondeu com uma voz rouca. —Nenhum de nós pode. Mas temos que ser fortes por ele. O menino se contorceu, sua respiração difícil. Marina acariciou a testa suada, murmurando palavras de conforto. —Chegamos, meu amor. Tem o Gavin que vai te levar para montar no pônei, você tem que superar isso, sim, por favor... —Vou ligar para Graham —disse Gavin, esquecendo o botão de pânico e gritando da porta. Ele se virou e viu em Cris a imagem da morte, sabia muito bem, não resistiu ao seu peso, caiu de joelhos no chão e Marina abraçou o filho. Gavin chorou, como fez anos atrás por Anderson. Ele não sabia se ainda chorava por ele agora, mas se sentiu novamente transportado para aquele pesadelo horrível, então ouviu Marina. —Meu pequeno, está tudo bem, mamãe vai ficar bem, você pode ir com os anjos, prometo que ficarei bem —Chorando porque obviamente ele não está bem, ela o abraçou e canto
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Capítulo 25. Evitando problemas
Gavin olhou para o céu e soltou a respiração que estava prendendo, ele não queria ser questionado, não sabia explicar. —Eu já disse o que tinha a dizer, ele é meu filho, ponto final, acabou—, disse Gavin, tentando resolver o assunto e sair dali. Camila foi igualmente rápida e cruzou seu caminho, colocando a mão em seu abdômen e agarrando-se a ele. —Sou eu, você não está me enganando, pode me dizer —ela sussurrou, olhando nos olhos dele. Gavin olhou para ela. —Ele é meu filho, Camila! Isso é tudo que você precisa saber. Camila balançou a cabeça teimosamente. —Você é um homem muito cuidadoso, não quer ter mais filhos, além disso os tempos não batem, na época em que aquela criança foi concebida você não queria saber nada de nenhuma mulher além de Sofi.. . — Chega Camila! —Gavin ordenou com toda a autoridade de um chefe de clã. —Mas… — Devo lhe dar explicações mais precisas? —Você me deve, porque foi enfático ao dizer que não poderia aceitar um relacionam
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Capítulo 26. Gênio corajoso
Marina foi descansar quase ao meio-dia por insistência de Graham que lhe garantiu que Cris havia superado a crise. Marina acordou assustada e perturbada, percebeu que já era noite, preocupada saiu do quarto e encontrou Ana que ia bater na porta. — Cris?... —Ele está bem, Graham está cuidando dele e as enfermeiras chegaram também, Cris está cuidando muito bem dele, mas você não, preciso ver o ferimento. Marina, depois do banho e da atenção de Ana às pequenas incisões que fizeram na laparoscopia de emergência, estava pronta para ir com Cris. Ela estava ansiosa para vê-lo e o sorriso de seu filho iluminou seu coração. —Mãe, Gavin disse que me traria um tablet para brincar enquanto estou na cama. Marina sorriu e o abraçou. —Você se sente bem?— "Sim", —respondeu seu filho com toda a sua doçura infantil—. Gosto da Escócia, só queria que meus avós estivessem lá. Marina mordeu os lábios. — Você não precisa de mais ninguém? Chris balançou a cabeça. Marina
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Capítulo 27. Indivíduo
—Você quer café? —Gavin perguntou e Marina imaginou que era pela aparência de um relacionamento amoroso, então ela afirmou e o seguiu. Porém, Gavin não estava pensando nas condições do contrato, ele só queria continuar conversando com ela, gostava de ter alguém com quem tomar um café. A verdade é que ele não percebeu o quão sozinho estava até ficar sem Fergus e seu pai, que ultimamente gostava de ficar com ele na Escócia. Gavin sinalizou para uma atendente que os seguiu até o escritório. —Traga-nos café, dona Marina sem uísque e com açúcar. —Como o da Dona Ana? —A senhora perguntou. —Exatamente, como o da dona Ana. —Poderia ser chá? —Marina perguntou em voz baixa. Gavin riu. —Você não gostou nada do nosso café —Gavin olhou para a senhora e fez o pedido e a senhora foi embora. —Na verdade, gosto do jeito que bebem aqui. Gavin ergueu as sobrancelhas sorrindo e Marina ficou vermelha como uma cereja. —Como Ana não gosta. Marina sorriu. —Ana leva
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Capítulo 28. Amigos
—Não me sinto confortável falando sobre isso —respondeu Gavin, e Marina ficou envergonhada. —Me desculpe, não foi minha intenção, mas já que conversamos... Vamos deixar assim, vou voltar para a Cris. — "Espere" —Gavin fez uma pausa—. Você tem razão e parece que até lhe devo uma explicação pelo que fiz com você, mas me sinto mal por falar sobre ela. A verdade é que ela não era uma mulher normal. —Alguma coisa mental? Gavin assentiu sem olhar para ela. —Foi-me difícil admitir, mas sendo objectivo, o seu comportamento era errático, por vezes muito efusivo e outras vezes depressivo… —Sinto muito. — Em outra coisa somos parecidos, e é que eu estava determinado a esperar pela mulher certa. —Você não teve namoradas no ensino médio? Gavin fez uma careta. —Camila… —Ah... Claro, eu entendo. —Eu também casei com muitas expectativas e fui feliz, até minha esposa engravidar, depois disso a mente dela... —Qual era o nome do seu filho? —Anderson, eu tinha 6
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Capítulo 29. Sem objeções
—Que diabos você está falando? —Gavin perguntou olhando para todos. Ele estava furioso, não queria que descobrissem em hipótese alguma que Marina estava ligada aos Duncan. —Você foi ao Brasil determinado a descobrir o que estava acontecendo no banco do seu pai, mas voltou com Fergus morto e uma menina ferida com o filho doente —disse o velho—. Agora explica pra gente Gavin: Por que no Brasil você a acusou de um crime e agora ela é sua noiva? —Gavin é obviamente o protetor de Marina —Graham objetou e olhou para Gavin—. O que posso entender de tudo isso é que ela foi uma vítima e você e meu pai a resgataram. Gavin permaneceu em silêncio enquanto o resto dos representantes do clã debatiam. —Mas o importante é que Gavin não pode se casar com a mulher”… “Ela é a esposa do sobrinho dele.” “O menino também é sobrinho dele.” — SUFICIENTE! —Gavin gritou, batendo a palma da mão aberta na mesa e todos ficaram em silêncio—. Vou casar com Marina Andrade... —Gavin, esta
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Capítulo 30. Eu aceito
Duas semanas depois. Marina caminhou em direção ao escritório do chefe do clã, os estandartes e flores decoravam a sala principal do castelo, todos os funcionários se preparavam para que tudo ficasse pronto no dia seguinte. Seria o casamento do chefe do clã e Marina não parecia uma noiva comum. —Você deveria sorrir —Gavin exigiu quando a viu entrar em seu escritório. —O que você quer? —Marina perguntou cruzando os braços. Gavin riu, balançando a cabeça. —Você é uma garota mimada. Marina odiava ser chamada de menina, ainda mais porque ele dizia isso de brincadeira. —Para você eu sou uma menina. Gavin caiu na gargalhada. —Na verdade, tenho 42 anos —Gavin se aproximou dela com uma caixa de joias nas mãos—. Fique com ele, é o seu anel de noivado —Gavin entregou nas mãos dela sem abrir e Marina também não abriu. —Gavin por favor, detén esto. Gavin sentou-se à sua mesa. —Não pode… —Por que você tem que ser tão obtuso? — Obtuso você diz? —Gavin re
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