Quarto Capítulo
Júlio e Pétros já estavam famintos seguiram a margem do rio para encontrar peixes.

- Majestade fique aqui, irei caçar antes que anoiteça.

- Júlio eu também vou.

- Não vossa majestade, você está muito fraco!

- Júlio! De hoje em diante nada de Majestade me chame apenas de Pétros, pois sua postura pode chamar atenção e correremos riscos.

- Tem razão!

- Agora distante do meu reino, sou um homem comum e a partir de hoje, não mais me servirás - seremos iguais.

Claro, meu rei, ou melhor, Pétros, quando eu era criança, meu pai falava de uma profecia: um império conquistaria muitos outros territórios e um único homem, traído por seu irmão, ergueria uma nova monarquia com seu leal companheiro em uma terra desolada e sem esperanças. Acredito, Pétros, que essa profecia está a ponto de se cumprir.

- Estórias, apenas estórias meu amigo!

Avançaremos para a região esquecida, onde os reinos descartam seu lixo, pessoas desacreditadas e condenadas à morte, lá estaremos seguras.

- Santaela?

- Sim, do lado
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