Capítulo 5

Clara

Tio Mate, vejo minha filha passar por mim para ir abraçar o meu chefe que por sinal está todo bagunçado Paula sorri e pisca pra mim antes de sair

Sinto meu rosto arder de tanta vergonha, será que ela percebeu, então discretamente me espelho na mesa o CEO e vejo o meu batom borrado e meu cabelo bagunçado

"Maldito grito " sem me aperceber até que 4 pares de olhos me encaram curioso

No entanto o CEO ostenta um sorriso na cara, me dando vontade de arrancar com as minhas próprias mãos todos os seus lindos dentes

pra disfarçar digo tinha um pequeno inseto, limpando os lábios com a mão em seguida

- Então tio Mate é hoje que vamos sair os 3? Eu quero um sorvete bem grande

Observo a cena a minha frente e não consigo acreditar no que vejo, esse homem desgraçado se aproximou da minha filha e ganhou a confiança dela sem o meu consentimento

Vendo a minha expressão raivosa ele sorri pra mim e pela cara eu sei que ele está me dispensado para trabalhar

passo o resto do dia pensando no meu chefe abusado e na minha filha traidora ela vai me ouvir

- está na hora mamãe a senhora trabalha muito, diz a filha que me trocou por um homem

-Filhinha linda e querida da mamãe onde você conheceu o tio Mate? e eu não falei para não conversar com estranhos ela olha pra mim com cara de gato para me manipular

- O tio Mate me defendeu do menino que puxou o meu cabelo uma vez na escolinha e se não fosse por ele eu seria expulsa, respiro frustrada por não ter conhecimento dessas coisas

Era pra mim que a directora devia ligar, penso frustrada

quando é que a minha vida se cruzou com a dele que saco

- Não acredito que agente vai ter que mudar de escolinha mais uma vez Chica, falo cansada essa é a terceira vez, e não me diga que você não bateu no coleguinha ela abaixa a cabeça

- O tio Mate disse que não seria necessário pois a escolinha agora é minha

- O quê ? grito surpresa, e me a calmo depois de ver que assustei a minha filha

Vou ter que falar com " o tio Mate " penso irritada

Depois do expediente fui obrigada a sair com os dois para passear com o meu chefe usando de todas as artimanhas para nós fazer passar o final de semana em casa dele

e é por isso que nesse momento além de secretaria virei cozinheira dele e da minha filha e se encontra na sala de estar brincando de boneca como se fosse pai filha e esse pensamento me trás lembranças tristes, levando a minha mente até aquele dia sombrio, no entanto isso não dura muito quanto sinto braços quentes e fortes me abraçando por trás é o dono da casas Mateus, percebo que começa a chover agressividade lá fora, estando numa propriedade luxuosa e particular ele não tem muitos vizinhos e as casas são bem afastadas

agente almoça e de seguida a minha filha tira um cochilo, é um hábito, com a permissão do dono da casa deixo ela num quarto preparado para ela pelo o meu chefe que hoje veste roupas casuais ele é lindo de qualquer jeito

sento junto com ele no sofá

- Olha Matias começo a falar sério, a minha filha só conheceu a mim, durante um tempo eu fui mãe e pai, não vou dizer pra você se afastar dela, mas se for pra só passar um tempo curto com ela não deixa ela criar mais memórias porque vai doer depois falo tudo de uma vez

ele me olha por um segundo com uma cara mais séria que eu ja vi

- Escuta você Clara Montes eu não estou de passagem, eu vim pra ficar pra você e ela, suspiro exausta esse assunto nos últimos dias tem me esgotado e seria melhor resolver tudo de uma vez

começo a falar quando de repente sinto algo quente e macio junto dos meus lábios, Matias me beija apaixonadamente algo que eu nunca imaginei sentir em toda minha vida as suas mãos que me tocam são tão gentis e eu não consigo tentar parar lo porque ao invés de me afogar eu sinto como se ele me levasse a superfície

será que é real?

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