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— Aceita uma bebida, Molly?

Sua língua sai para molhar os seus lábios antes de ela responder.

— Sim, por favor.

Sirvo a ela uma dose e faço um gesto para que ela sente-se na cadeira à frente da minha mesa. Eu sento-me na minha cadeira e observo com prazer o seu cruzar e descruzar de pernas. E que pernas.

— Como eu disse, não me lembro de nos conhecermos pessoalmente.

— Você era calouro quando eu estava indo para Stanford. Frequentávamos círculos diferentes de amizade. Não quer dizer que eu nunca tenha notado você... — ela se inclina um pouco e sussurra — ou o contrário.

Depois sorri de forma maliciosa e eu a acompanho, notando aquela familiar tensão sexual. Com certeza eu a notei antes. Só era leal demais para dar em cima da irmã do meu então melhor amigo. Para a minha felicidade, meu pau agora não depende do meu cérebro. Ele é egoísta e totalmente independente.

— Bom, a que devo o prazer da sua visita?

— Tenho uma proposta a fazer. Se você se interessar, garanto que será bastante luc
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