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— Chame a Rachel seu idiota e você vai ver como eu posso entrar. — digo apontando o dedo no peito do cara.

— A senhora Rachel não está, senhor.

Rosno de raiva. Pego o frasco de comprimidos que levo sempre no bolso do meu casaco e engulo duas pílulas. Desde que vi e transei com a Ellen na boate, eu não durmo. Não consegui pregar o olho porque toda vez que fazia isso, eu a via com a cabeça jogada para trás em prazer e ouvia seus gemidos no meu ouvido.

— Ela sempre está. — digo entre os dentes — Por que não está hoje?

— Não conheço os detalhes da agenda da senhora Rachel, senhor. Mas se quiser, pode esperar.

— Ótimo. — digo dando um passo à frente.

— Aqui fora, senhor. — ele enfatiza e eu dou meia volta, irado.

Espero sentado na minha moto por mais de meia hora, mas ela não aparece, então desisto e vou embora bufando de raiva. Saio a toda velocidade como se o diabo estivesse atrás de mim e por um instante acho que está mesmo. Minha mente tão nublada que mal percebo quando passo por um po
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