A guerra começou

Enquanto Elena se martirizava sozinha no quarto, sentindo o peso esmagador da culpa, Mag já movia suas peças no tabuleiro.

Ela não era do tipo que aceitava histórias sem provas.

Entrou em contato com Firmino, informando-o sobre a revelação de Elena.

Do outro lado da linha, Firmino franziu a testa. Aquilo não fazia sentido. No dossiê detalhado que possuía sobre Elena, não havia qualquer menção a uma irmã, muito menos a uma garotinha de seis anos.

A informação inesperada o incomodou profundamente. Como isso havia passado despercebido? A dúvida se instalou como uma sombra, e Firmino não era um homem que gostava de incertezas.

Ele imediatamente contatou os investigadores da Família, ordenando que refizessem as buscas. Mas a impaciência queimava dentro dele. Esperar não era uma opção. Ele precisava de respostas. E precisava delas agora.

Prestando-se a um impulso que sabia poder ser inútil, Firmino alterou sua rota.

Estava prestes a sair para cobrar dívidas quando mudou de direção, abandona
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