295. VAMOS PARA CASA

SILAS

Dei um passo e outro, um pouco indeciso se ela gostaria desta ilusão que criei com minha magia negra.

—Amor, é você? —seus olhos lindos me encaravam, hesitantes, no meio da clareira, banhada pelo brilho prateado da lua.

Sua magia, que chamava minha alma, se estendeu, me sondando, me testando.

Comecei a avançar em sua direção.

As almofadas das grandes patas tocavam as folhas secas e a grama macia.

Eu me sentia até um pouco ridículo, mas por ela, eu faria qualquer coisa.

“Sou eu.” Falei em sua mente.

—Silas! Você… você se transformou em um lobo! —ela se inclinou sobre o meu grande corpo, as mãos mergulhando no pelo de névoa que eu havia criado com magia.

Levantei a cabeça, hipnotizado pelo seu sorriso, tão contagiante, enquanto ela me acariciava, rindo.

Cada toque e sua alegria valiam o esforço que fiz para conseguir assumir essa forma.

—Eu também posso criar uma loba com magia! —disse, os olhos brilhando de empolgação.

—Mas... não sei transformar a roupa como você... mmm, me espe
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