*Bônus* GustavoIgor estava louco. Completamente descontrolado, e eu estava desesperado. Todos estávamos.Ao vê-lo apontar a pistola para a cabeça de minha irmã, senti o oxigênio faltar em meus pulmões. O som do meu coração batendo acelerado ecoava em meus ouvidos, enquanto o cheiro da pólvora impregnava o ar. Minha garganta se fechou como se alguém estivesse me sufocando com as mãos e eu temi que o pior acontecesse. Felipe, também estava muito exaltado e ignorando completamente o que Igor havia dito, começou a insultá-lo.— Solta ela seu maldito covarde, desgraçado! Solta ela e vamos resolver isso de homem pra homem!Felipe tentou chegar até eles, mas antes que ele pudesse trocar o passo, eu o impedi. Não podia permitir que ele fizesse uma loucura. Era minha irmã quem estava na mira.— Vai se føder, pørra! Onde você vai? — Eu esbravejei, segurando-o pelo braço. — A vida da minha irmã está em risco, não está vendo
AllanaDepois de toda aquela tragédia, uns lutando contra os outros, finalmente conseguimos trabalhar em equipe. Não era hora de apontar culpados. Silvia estava entre a vida e a morte e nós precisávamos ser sensatos e rápidos.Descemos agilmente para o carro, Gus carregando Silvia nos braços e Igor estancando o sangue dela. Igor sentou-se no banco de trás e meu irmão colocou Silvia deitada, com a cabeça apoiada na perna do filho. Gus foi para o banco do motorista e sem mais delongas, arrancou com o carro, infligindo todas as leis de trânsito.Felipe e eu fomos no carro de Igor que estava nos fundos da residência. Ele ainda estava atordoado pelo golpe que levou, mas não quis me deixar dirigir.— Felipe, você não está em condições de dirigir. Me deixe levar o carro. — Pedi novamente.A tensão era notável em minha voz. Eu sabia que ele também tinha sido ferido durante a luta com Igor e estava preocupada com seu estado de saúde, mas ele se manteve firme, e apesar de suas palavras estarem
FelipeQuando chegamos no edifício, nos despedimos de Gustavo e Kate no elevador e subimos para o sétimo andar. Assim que a porta do apartamento se fechou atrás de nós, um silêncio pesado se instalou. Allana estava visivelmente abalada, suas pálpebras estavam inchadas e seus olhos e nariz vermelhos. Ela se sentou no sofá e eu me juntei a ela, segurando sua mão em um gesto de conforto.— Amor, você precisa me contar o que aconteceu. — Eu disse com a voz suave e ela assentiu, respirou fundo e começou a falar.Contou sobre como acabou na casa de Igor, sobre a confusão e o medo que sentiu. Cada palavra que saia de sua boca me atingia como um soco no estômago. Era como se eu estivesse sentindo tudo que ela sentiu naqueles incontáveis minutos.Depois de tudo esclarecido, nós nos levantamos, fomos tomar banho e depois para o quarto. Allana se aconchegou do meu lado na cama e eu a abracei, tentando oferecer uma dose de conforto e segurança para que ela pudesse descansar.Por mais que eu tenta
Allana Eu estava tomada por uma emoção tão intensa que mal conseguia conter as lágrimas. Abraçando meu irmão e Kate, agradeci profundamente pela confiança que eles depositaram em nós. Felipe, meu parceiro nessa nova aventura, fez o mesmo. Ainda parecia surreal, eu seria tia e madrinha de um menino! Sabia que seria uma tarefa árdua, mas estava pronta para amá-lo, mimá-lo e dar o melhor de mim. Estava determinada a estar presente e contribuir de alguma forma em cada etapa da vida desse pequeno anjo que estava por vir.Felipe e eu começamos a planejar como seria a vida com o novo membro da família. Conversamos sobre como poderíamos ajudar meu irmão e Kate na criação do bebê, e como poderíamos contribuir para que ele crescesse em um ambiente cheio de amor e alegria. Decidimos que, além de mimá-lo com presentes, também queríamos ensiná-lo sobre a importância dos valores familiares e da bondade.Papai e Humberto, os futuros avôs, começaram a festejar
FelipeAllana ficou surpresa com meu comentário, talvez até mesmo um pouco assustada, eu diria. Confesso que sorri ao ver a expressão em seu rosto. Ela ficou em silêncio por um momento e seus olhos se arregalaram. Eu sabia que a minha fala tinha sido inesperada, mas não pude deixar de imaginar como seria quando tivéssemos nosso próprio filho.Eu a envolvi mais apertado em meus braços, tentando transmitir a ela todo o amor, carinho e compreensão que eu sentia. Era evidente que ela estava tentando processar o que eu tinha dito, e apesar de estar ansioso para ouvir sua resposta, eu já sabia como esse assunto a deixava desconfortável.— Tudo bem, meu amor? — Eu perguntei, quebrando o silêncio.Ela piscou algumas vezes, como se estivesse voltando à realidade, e então me olhou com um sorriso tímido.— Eu... eu estou bem, Felipe. Só... surpresa, eu acho. — Ela disse com a voz suave e um pouco incerta. Eu sabia que tinha pego-a de surpresa, mas fiquei feliz por ela não ter reagido tão negati
AllanaNão que eu seja uma expert em bebês, muito menos uma tia-madrinha babona — que só está dizendo isso porque desde que soube da gravidez de Kate, é completamente apaixonada pelo sobrinho-afilhado — mas posso afirmar que Axel é o bebê mais lindo que já vi em toda minha vida! Suas mãozinhas, agora tão enrugadas e cheias de pele, indicam que ele logo estará bem gordinho, segundo o que nos disse a enfermeira. Isso me levou a me questionar se é possível que ele fique ainda mais fofo.Chorando e com os olhinhos ainda fechados desde o nascimento — sem nos dar a chance de saber se eles são azuis como os de Gus e os meus, ou escuros como os de Kate e Felipe — ele se agarrou em meu dedo quando eu o segurei pela primeira vez. E como se encontrasse a segurança que buscara, aos poucos foi se acalmando até adormecer em meus braços.— Ele gosta de você, amor. — Felipe disse.— Parece que sim.Continuei embalando Axel, e em instantes os olhos de Felipe encontraram os meus, enquanto um sorriso
Felipe Ah, pørra! A língua de Allana subindo e descendo em meu pau, enquanto ela me olhava daquele jeito provocante, estava acabando comigo.Ela segurou minha base e começou a bater uma pra mim, em seguida abriu a boca e chupou com vontade. Sua cabeça se movia em um vai-e-vem muito excitante e seus lábios tinham a pressão perfeita. Os gemidos abafados dela estavam destruindo meu autocontrole.Ah, caralhø! Que bøquete gostoso da pørra!Apesar de gostar de ter o controle, eu a deixei no comando. Adoro o jeito como ela me chupa.Ela descia apertando os lábios e subia sugando com gosto. Seu olhar não desviou do meu nem por um instante, e eu podia ver seus olhos lacrimejando quando ela engasgava.Pode ser um fetiche louco, mas eu adoro isso.Tentei me segurar o máximo que pude, mas o máximo não foi muito tempo, porque ela desceu um pouco mais, aprofundando o movimento e fazendo com que as paredes de sua garganta esmagassem meu pau por completo. Perdi toda minha pose de durão.Senti meu co
AllanaMeu nome é Allana Ruschel, tenho 21 anos e acabei de me mudar. Morava com minha família em São Paulo, onde somos donos das Empresas Ruschel, a maior do país no ramo de tecnologia. Meus pais se chamam Adrian e Helena e meu irmão é o Gustavo. A empresa tem dois donos, mas os sócios majoritários, somos nós.Gus é o diretor financeiro da empresa de São Paulo e tanto ele, quanto meu pai, queriam que eu me dedicasse a isso também, mas como não é o que gosto de fazer, deixei tudo nas mãos deles.Eu sou modelo de marcas. Acabei de fechar um contrato com a Nike e vim fotografar no Rio de Janeiro. Gosto de ser independente e prezo pela minha liberdade, assim, unindo o útil ao agradável, aproveitei para vir morar aqui. Adoro ficar sozinha, ter o meu espaço e não suporto cobranças, por isso não tenho namorado. ***Deixei minhas coisas no hotel e agora com mais calma, vou até o edifício que meu pai impôs como condição para me deixar vir morar sozinha.Dirigi por algum tempo até chegar n