Finalmente estou levando meu pai para casa, não sei como vou fazer para pagar minha dívida, mais vou conseguir.-Papai, como o senhor está se sentindo?-Estou bem filha, não se preocupe comigo. Ele fala sorridente.-Então vamos. Falo entrando na ambulância com ele.Chegamos em casa e tinha uma recepção para ele de boas vinda, ele ficou tão feliz de ver todos os seus amigos ali esperando ele.-Obrigado. Ele agradeceFicamos conversando e dando risada com as coisas que meu pai falava sobre as enfermeiras, eu me sinto tão bem de ver ele assim sorridente, com certeza ele é meu presente, as vezes acho que não foi Deus que me mandou para ele, e sim ele que mandou meu pai para mim, o presente maior foi eu quem ganhei.-E que flores são aquelas?Maria pergunta olhando para o buquê que ganhei do Senhor Lumière. Olho de relance para todos a minha volta, os olhares todos estão em mim.-Está namorando filha?Meu pai pergunta me olhando.-O que? Claro que não pai, de jeito nenhum. Falo-Mais esse
Por que ela tem que ser tão assim, será que ela tem medo de eu fazer algo com ela? Merda o que eu estou pensando, eu preciso trabalhar, ficar aqui olhando para ela só me faz ficar mais frustrado. Volto para o carro e dirijo até a empresa, assim que entro na minha sala vejo meu irmão sentado mexendo no celular. -O que faz aqui? -Como pode ver... te esperando, esqueceu que temos que ir para Europa hoje ainda? Realmente eu não lembrava disso. -Você poderia muito bem ir sozinho, você é o vice presidente. Falo tirando meu paletó. -E você é o presidente, faça jus ao seu cargo e encare seus compromissos. Ele fala levantando. -Está bravo ainda por causa do jantar? Eu percebi que ele não gostou muito da forma que eu falei sobre a Hanna. -Ela não é um objeto, ela é uma pessoa. Ele fala me olhando sério. -Deveria ficar feliz, eu dispensei sua amada, agora você tem o caminho livre com o pai dela. Falo lançando um sorriso de canto para ele que sai bufando da minha sala. Sento na minha
Por que sempre que vejo ele, meu coração dispara, as vezes acho que já vi aqueles olhos em algum lugar, não me lembro bem.-Professora a senhora está bem?Uma das alunas pergunta.-Sim, estou bem, só estou cansada, essa caminhada as vezes me cansa um pouco. Minto, elas não precisa saber que sinto atração por o pai de uma das alunas.Respiro fundo e começo a abrir meu livro.-A aula hoje, será sobre oxigênio. Falo olhando para os alunos.-Sério?Um dos alunos pergunta.-Sim, e alguém aqui pode me dizer quem precisa do oxigênio além de nós?-Os animais?Uma das alunas respondeu.-Também, mais tem muito mais coisas que precisa do oxigênio. Falo andando na sala.Eu gosto de ver eles interagindo, fico feliz por que sei que eles estão aprendendo.(...)-Queria saber o que você faz para deixar todas as crianças assim?Uma das professoras pergunta olhando meus alunos todos sentados.-Diálogo, faço com que eles se sintam bem na minha aula, deveria aderir. Saio da sala dando o espaço para ela d
DiretoraSenhor Lumière sai da minha sala normalmente, até parece que a pouco tempo não estava tentando fazer um suborno. Disco o número do governador, em pouco tempo sua secretária me atende.-Boa tarde, gostaria de falar com o governador, é a diretora da escola. Dou o nome da escola, e todos os outros protocolos.-Só um minuto, ele está ocupado. Fico mais ou menos uma hora na linha.Já estava sem paciência de tanto esperar.-Ele já vai atender. A secretária fala.Logo a ligação é trsferida para ele.-Diretora. Ele fala.-Boa tarde, gostaria de falar sobre as reformas da escola, não sei se o senhor lembra que tínhamos conversado sobre isso. Falo-Olha diretora, eu acho que a senhora não está sabendo, mais estamos enfrentando uma crise, não podemos fornecer a verba para a reforma da escola, sinto muito.-Como assim? Os pais estão reclamando da escola, a tinta está desbotada, a cerâmica está estragada, já faz um bom tempo que não fazemos reforma.-Não temos verba para isso.-E o dinheir
Seria até irônico dizer que eu não estou arrasada, eu não sei como vai ser agora, eu ajudo meu pai nas despesas da casa.Os livros que estava com dificuldade para arrumar caem no chão.-Droga. Falo me abaixando, tento arrumar a bolsa em meu ombro mais ela insiste em cair.-Eu te ajudo. Samuel fala e me ajuda a pegar os livros, nós olhamos por alguns segundos. -Está chorando. Nos levantamos no mesmo momento.-Eu estou bem. Falo pegando os livros de sua mão.-Para onde vai com todos esses livros?Ele pergunta me encarando.-Estou indo embora, fui demitida. Falo dando um sorriso de deboche, não para ele, e sim para a minha situação atual.-Como assim? O que aconteceu?-Não importa mais, eu só quero ir embora daqui. Falo seca.-Eu te levo. Ele fala e na hora penso em recusar, mais estou com tantos livros que preferi aceitar.-Tudo bem, agradeço. Falo e ele pega alguns livros das minhas mãos.-Posso saber o que aconteceu?Samuel pergunta caminhando ao meu lado.-Para falar a verdade, nem e
Meu plano já está dando certo, a diretora me ligou dizendo que Gabriela já não faz mais parte da equipe de professores, agora é só esperar alguns dias, e convidar ela para ser professora particular da minha filha, mais se bem que estou precisando de uma secretária, talvez ela possa ocupar esse cargo, sei que ela não é formada nessa área, mais o trabalho não é muito difícil, e eu poderia ficar ainda mais perto dela, irei pensar com calma nesse assunto, quando eu for a sua procura, já quero está com tudo planejado para que nada der errado.A algumas noites venho tendo sonhos estranhos, a moça do hospital está sempre presente nos meus pensamentos, será que ela ainda estava viva? Eu queria saber o que aconteceu com ela aquele dia.-Está sonhando acordado?Meu irmão pergunta entrando na minha sala.-O que você quer?Pergunto voltando a olhar alguns papéis em minha mesa.-Como você não para com nenhuma secretária, eu tenho que fazer o trabalho, a reunião já começou, e só falta você. Ele fal
Eu não sei o que fazer com o meu pai, ele falou pouco para me jogar nos braços do senhor Lumière. -É nessa rua? Ele pergunta dirigido. -Sim, vire a direita e logo você vai ver o orfanato. Falo séria. -Não precisa ficar com essa cara amarrada. Ele fala e olho para ele. -Cara amarrada? -Sim, dês de quando saímos da sua casa você está assim. Ele fala naturalmente. Olho meu rosto no retrovisor do carro e percebo que realmente estou como ele falou, tento mudar minha feição. -Minha filha gosta muito de você, até pensei em pedir que fosse professora de reforço dela, mais eu estou precisando de uma secretária com urgência. Ele fala e olha para mim, seus olhos carrega um misto de solidão e tristeza neles. -Eu também gosto muito dela, Brenda é uma menina incrível, poucas crianças daquela escola são como ela. Falo -Então aceite trabalhar para mim, assim poderá ver ela algumas vezes. Ele fala e me lança um olhar. -Eu não sou formada nessa área. Falo -Não preciso de formação, só preciso
BernardoNão tem como eu negar minha felicidade por ela ter aceito a minha proposta, vendo por fora eu pareço ser obsessivo, mais eu não me considero assim, algo nela me chama a atenção, e eu posso está indo longe demais com isso, mais eu quero ela perto de mim, quero saber onde ela vai, com quem ela anda, se tem alguém em sua vida, ou se eu posso ter algo com ela, nem que seja uma noite.-Esteja na empresa as sete, você trabalha de segunda a sexta, entra as oito e sai às onze para o almoço, retorna às duas e sai às cinco, nossos horários são bem flexíveis. Falo-Tudo bem. Ela responde e saímos do elevador, assim que chegamos perto do meu carro, abro a porta do veículo e ela revira os olhos, Gabriela entra no carro e vou para o lado do motorista.-A empresa fica longe da sua casa, com o auxílio moradia, poderá procurar um apartamento mais perto do trabalho. Falo dando partida no carro.-Eu não vou sair da casa que moro, eu gosto da vizinha, e elas me ajuda muito. Ela fala olhando pelo