- Você quer ir para aonde? – Gritou ele.
- Hallam, eu sei que não gostam desse lugar, mas acho que a rainha Katherine está presa lá.
- Mandarei um grupo de busca.
- Qual a parte de eu preciso fazer isso, você não entendeu?
- Aquele lugar é perigoso, não a deixarei ir.
- Olha, eu não quero ser rude, mas você não pode querer ser meu pai agora. Porque, querendo ou não, eu vou. Além disso, completo vinte e dois anos na quarta-feira, já sou responsável por minhas ações.
- Você é igualzinha à sua mãe, muito teimosa. – Disse ele, voltando a se sentar em sua cadeira.
Então sai da sala, indo em direção ao jardim, para dar as “boas notícias” a eles. Não posso negar, mas eu estava com medo de ir para Hallam, mesmo não conhecen
Enquanto caminhávamos, algo aconteceu, que nem consigo explicar. Allie foi atingida por uma adaga branca, com um símbolo estranho, que eu não conhecia, mas tinha a sensação de já ter visto. - Allie! - Tudo bem! Não acertou nenhum órgão importante. Vou sobreviver. – Disse ela, mas sua feição de dor, dizia outra coisa. - Não podemos continuar, com ela nesse estado. - E não vamos conseguir sair desse buraco se eles não tiverem aberto uma passagem. Por muito tempo, pensei em alguma solução, mas nada que pudesse salva-la a tempo. Eu já estava ficando frustrada com aquela situação, na qual eu havia os colocados. Então, lembrei de algo que poderia funcionar. - Jason, viagem pelas sombras. Você pode leva-la para a academia, para que possa ser tratada. - Mas, eu não sei se vai funcionar, como eu disse, eu ainda estou aprendendo. - Lembra do que eu disse? “Sem medo, não há coragem”
Melindra era uma garota muito bonita. Seus cabelos ruivos, diferentes de todos os outros, sardas cobriam cada centímetro de seu rosto. Seus olhos, caramelos, brilhavam, dando cor ao espaço branco que permanecíamos. Uma coisa eu digo, ou nos daríamos muito bem ou nos mataríamos na primeira oportunidade.- Vamos leva-los a prisão, e quando for solicitada a sua presença, a traremos para conversar com nossa senhora.Certo, o lugar para onde fomos levados, não se parecia em nada com uma prisão. Tirando as grades, o lugar era brilhante, limpo e muito organizado.Fomos colocados juntos, o que foi bom, poderíamos conversar e tentar descobrir alguma coisa, Alskel não parecia ser uma pessoa ruim. Eu podia sentir.Quando todos os guardas foram embora, comecei a fazer perguntas.- Porque te colocaram aqui? Você não é um del
Jason Pov. Deixar Nicole com aquele garoto me perturbava, não sou um cara ciumento, mas ele tentou matá-la, tenho direito de sentir raiva, não concorda?No fim da tarde, partimos para o lugar mais gelado que você pode imaginar, certo, isso não foi uma piada só porque eles são manipuladores do gelo, eu sei ser sério.- Alskel disse que eles são monitorados na maior parte do tempo. Então temos que ficar atentos. Não podemos deixar que nos vejam ou colocaremos a familia mem perigo.- Ainda acho que isso é uma armadilha. – Comentei.- Ciúmes, é a palavra certa.- Desculpe se eu não confio naquele cara. Ele aparece querendo mata-la e em seguida quer nos ajudar?- Porque não confia em Nicole? Ela está contando com você, entã
Não, eu não estava em uma situação melhor. Nós iriamos jogar boliche.Eis o café da manhã dos campeões de boliche: amendoim, cachorro-quente morno e nachos velhos cobertos de gosma laranja que não tinha semelhança alguma com queijo cheddar.Em cada pista de boliche, manipuladores da terra se agrupavam por times, jogando comida, fazendo piadas e se gabando do poder de derrubar pinos. O que mais me incomodava, era que eles, tinham mais de dois metros de altura, o que me deixava totalmente desconfortável.Nossos oponentes eram irmão gêmeos, o que dificultava em saber quem era quem. Além disso, usavam camisas cinzas iguais e capacetes de futebol americano, esse último item provavelmente para nos impedir de jogar machados neles, coisa que não tínhamos, mas aparentemente, eles detestavam tal objeto.&nbs
Tenho certeza, que você está se perguntando sobre Anton, acreditam que o mesmo se transformou em um roedor e fugiu da luta? Alex teria que rever algumas amizades que fez com o tempo, sinceramente. Quando chegamos, contei o que havíamos enfrentado a Jason e aos outros. Alskel ficou feliz em ver sua família bem e não hesitou em ir atrás deles. Depois das boas-vindas de cada grupo, me retirei e segui para a sala do diretor, entrando sem bater. O que posso dizer, filhos são rebeldes as vezes. - Vejo que está bem! - Na verdade, não muito. Será que poderíamos conversar. – Pedi, carinhosamente. Minhas mudanças de humor podiam acabar com qualquer um. - Claro. - Eu tenho tido alguns problemas com meus poderes, descontrole, para ser mais exata. - Não são problemas, você é a princesa da sociedade do fogo, a mais forte entre nós. Isso o que está acontecendo, é a sua verdadeira for
Quando acordei, percebi que estava sozinha no quarto e uma carta estava sob o travesseiro ao meu lado. “Não pude ficar, o diretor disse que era melhor você descansar e que eu deveria comparecer as aulas, mas espero que esteja bem. Jason” Sorri para o papel em minhas mãos e o deixei em minha escrivaninha, logo seguindo para o banheiro, precisava tomar um banho e relaxar o corpo. Mas assim que a água caiu, quente, em meus fios negros, desabei em lágrimas que estavam presas em minha garganta a muito tempo. O meu destino, algo que nunca pedi e nunca poderei escolher, que me prenderia em um mundo que não era meu. Uma princesa? Liderar meu povo? Não era isso que eu queria, mas era assim que deveria ser. E, pior, se eu der um passo em falso, destruirei tudo, a guerra se instalará em nosso país, e eu não sabia como ou se poderia impedir, estava tudo em minhas mãos
Quando acordei, a primeira coisa que percebi, foi que eu não tinha morrido. E isso era muito estranho, porque eu tinha certeza que não viveria por causa do veneno em meu corpo. Eu estava deitada em uma cama, porém, não era a minha da academia, na qual eu costumava dormir. Quando me acostumei com a luz do lugar, percebi que Allie e Alyssa estavam ali, olhando para mim. - Você está bem, pelos deuses. - Não acredito que ele conseguiu. - Espera, o que está acontecendo? Melhor, o que aconteceu? Como eu ainda estou viva? E Melindra? - Ela está bem, sobreviveu. Jason salvou vocês duas. - Como? – Perguntei confusa. - É raro, mas Jason desenvolveu poderes de cura. Foi a primeira vez que ele os usou. - E onde ele está? Quero vê-lo. - Além de nós duas, o restante voltou para a academia, Jason precisava descansar, descarregou toda sua energia. - Onde eu estou? - No seu reino, a
Naquele momento, Jason me levava para algum lugar, mas até então, o mesmo fazia suspense, me deixando curiosa. - Poderia me contar para onde está me levando? - E qual seria a graça? – Sorriu provocativo. Então ele parou o carro, mas nada tinha a nossa volta. - Por que paramos? – Disse, enquanto olhava para trás. Ao voltar para a frente, encarei Jason. Ele estava completamente virado para o meu lado e havia tirado o cinto. Meu peito meu traiu naquele momento, pois subia e descia em uma velocidade desconhecida. - Você está me tirando do sério. Só você é capaz de me incendiar por dentro e me fazer desejar cada parte do seu corpo. - Quem brinca com fogo, se satisfaz. – Eu disse. Jason se aproximou e beijou meus lábios, seus dedos passearam pela minha bochecha e foram até meu queixo, onde ele segurou. O mesmo levantou meu rosto devagar,