O silêncio da manhã foi preenchido pelo som da nossa respiração pesada. O calor do corpo dele me envolvia completamente, e cada toque me fazia sentir como se estivesse sendo lentamente consumida por algo feroz e inevitável. Caelum me puxou para mais perto, suas mãos firmes segurando minha cintura com uma posse silenciosa, mas cheia de significado. Ele me queria ali, perto dele, sentindo-o, absorvendo seu calor. E eu queria o mesmo. Minha mão desceu um pouco mais, explorando cada linha definida do seu abdômen, sentindo os pequenos espasmos sob meus dedos. A resposta dele era quase imperceptível, mas seus músculos tensionados me diziam o quanto ele estava se segurando. — Você está brincando com fogo, pequena — sua voz saiu rouca, carregada de um aviso velado. Mas eu não parei. Em vez disso, deslizei minha perna sobre a dele, pressionando meu corpo ainda mais contra o seu. Meu coração martelava contra minhas costelas, e eu podia sentir a força da pulsação dele também, forte e a
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