Capitulo 21

Miguel Prado

Recebo as encomendas de caixas e malas topadas de dinheiro, minha máquina contadora de cedulas vai ter um trabalhinho extra nessa madrugada.

Observo o dinheiro sendo contado num passe de mágica, esse barulho que a máquina faz me dá um prazer imensurável, meu sangue correndo quente fazendo o calor se apoderar rapidamente de cada veia, vasos e artérias do meu corpo,

essa é uma outra parte minha, meu outro mundo, o mundo sombrio do escorpião ?.

Acordo no mesmo horário de sempre, não me importa o quão tarde eu durma, meu corpo já tem seu próprio hábito e sempre acordo no mesmo horário.

Tomo meu banho, faço minhas necessidades e higiene pessoais, estou estressado e cheio de tensão, desde que a desgramada da senhorita de Paula entrou na minha vida eu me tornei uma bomba relógio a ponto de explodir!

Com meus hormônios a todo vapor preciso me aliviar, me afundar numa bocetinha quente e gostosa, estou num jejum sexual e isso está me matando pois sou um homem com alto libido sexual
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