Capítulo 38

"... E no entanto a dor nos fez lembrar que nos amávamos tanto..." Fausto Minho.

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Luz Aída pediu à menina que a deixasse sozinha com o filho, a jovem obedeceu.

"Como você se atreve a fazer um show desses?" ele perguntou, olhando para Carlos com os olhos cheios de raiva. O chefe chorando por um simples empregado sujo e sacanagem.

"Cala a boca mãe!" Já basta! Não a ofenda! ele rosnou. Eu a amo", ele murmurou tremendo.

"O que você vai saber sobre o amor... se você não nasceu para isso, além disso, vocês, duques, não percebem que são amaldiçoados... Você sempre perde o que ama."

Carlos saiu da casa de sua mãe, enquanto ela sorria feliz por seus planos terem sido consumados.

"Finalmente terminei com você, sua maldita empregada intrometida", ela retrucou, olhando para a porta por onde seu filho saiu furioso.

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O jovem enlouquecido de olhos vidrados perguntou aos funcionários se eles sabiam onde Elizabeth estava enterrada. Indicaram que, no cemitério geral da cidade. Carlos pegou seu
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