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Abri meus olhos ao amanhecer. Não percebi quando caí nos braços de Morfeu. Maximiliano não estava na cama. Mal coloquei os pés no chão e todo o meu corpo estremeceu. Eu estava com frio. Acendi a lâmpada no criado-mudo e calcei meus chinelos.

Eu o encontrei no sofá cinza em frente à lareira. Com uma almofada nas pernas, apoiado nos cotovelos. Seus olhos estavam fechados. Quando me notou, esfregou as têmporas.

-Você está bem?

-Sim.

-Não é verdade. Diga-me o que está errado", sentei-me ao lado dele e acariciei suas costas. Ele estava tenso.

Seus belos olhos azuis, fixos nos meus. Ele forçou um sorriso e suspirou.

-Volte para a cama.

-Não vou embora até que você me diga o que está acontecendo.

Silêncio.

-Seus pais chegarão à noite. Eles vão jantar conosco, eu queria lhe contar de madrugada.

Meu coração deu um salto em uma queda tripla. Uma sensação de tremor se instalou em meu peito. Eu já estava começando a contar as horas, os minutos e os segundos. Eu não disse nada, talvez porqu
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