Capítulo 6
— Quanto Sara deu a vocês? Eu lhes darei o dobro!

— Droga! Puta! Eu não quero mais dinheiro hoje, eu só quero uma boa comida!

O homem de cabelos amarelos na liderança agarrou as roupas de Helena e vigorosamente as arrancou.

O colarinho de Helena foi rasgado e a mão do homem tocou seu pescoço.

Uma onda de desespero entrou nela, que parecia assustada.

Quando suas calças estavam quase sendo tiradas, Helena foi rápida e pegou a garrafa na mesa e a esmagou em direção ao homem de cabelos amarelos!

Bang!

O homem de cabelo amarelo teve sua cabeça atacada, e os outros cinco pararam de se mover e balançaram os punhos para bater em Helena.

— Vadia! Vou dar um jeito em você hoje!

Helena foi espancada e se enrolou no chão.

O último fio de desejo de sobreviver fez com que ela se levantasse novamente, pegando a garrafa de vinho que estava a seus pés e esmagando-a em várias pessoas.

As seis pessoas se esquivaram e recuaram, mas Helena foi esperta dessa vez e aproveitou a oportunidade para correr.

Ao ver isso, as seis pessoas não se atreveram a avançar para persegui-la.

Helena abriu diretamente a caixa reservada de Zeus.

Ela deu uma olhada e seus olhos pousaram em Sara no canto, andando na frente dela.

Sara viu Helena com o nariz machucado e o rosto inchado, suas roupas em frangalhos.

Seus olhos brilharam com um lampejo de pânico e, pensando em algo, ela gritou bem alto:

— Zeus!

Quando as palavras caíram, Helena já havia entrado na frente dela, estreitou os olhos e lhe deu um chute na barriga.

Sara caiu pesadamente no chão, ela gritou de dor para que Zeus a salvasse.

Helena levantou o pé e a chutou na barriga dela novamente:

— Eu já lhe disse que se você ousar me ofender, eu vou matar seu filho!

— Eu, eu não sei o que você disse.

Sara se encolheu no chão com medo, seu rosto se encolheu de dor enquanto ela apertava sua barriga em agonia.

As pessoas ao redor se calaram instantaneamente com a situação e olharam para trás.

Zeus correu para frente, levantou Sara e a protegeu atrás dele.

No segundo seguinte, ele chutou com raiva a barriga de Helena:

— Você está louca? Ela está grávida e você ainda a está chutando? Helena! Você é tão cruel!

Helena caiu pesadamente no chão.

Tendo acabado de fazer um aborto, ela estava pálida de dor e inclinou a cabeça:

— Eu sou cruel? Por que você não pergunta a ela o que ela fez comigo?

Sara abaixou a cabeça e, envergonhada, tentou encontrar outra desculpa.

Zeus disse de repente em uma voz profunda:

— Chega! Eu não preciso nem perguntar! Para uma mulher sem vergonha como você, alguém que pode dormir com homens por negócios, o que você não pode fazer?

Essas palavras foram como um raio que explodiu nos ouvidos de Helena.

Agora mesmo Zeus disse que ela não tinha vergonha?

E que ela dormiu com homens para fazer negócios?

Ele sabia claramente que antes, quando ela foi acompanhar uma bebida para ajudá-lo a atrair clientes, ela quase foi drogada e enganada por um chefe diabólico.

Naquela época, Zeus chegou a tempo.

Aquele chefe desonrado a amaldiçoou, dizendo que ela faria qualquer coisa pelos negócios, difamando-a por ser capaz de vender seu corpo em nome dos negócios. Mas Zeus se vingou para ela.

Mas agora, ele transformou pessoalmente essas palavras em lâminas afiadas para atacar ela.

Helena ainda queria falar, mas Zeus deu passo para abraçar Sara e entrou em pânico para mandá-la para o hospital.

A multidão se dispersou rapidamente, deixando Helena sentada sozinha na caixa.

Ela se olhou em frente ao espelho.

O decote de sua blusa estava rasgado, sua maquiagem estava destruída, seu rosto e mãos estavam machucados e seu cabelo estava uma bagunça.

Sempre que Zeus a olhasse seriamente, ele poderia ter percebido que ela havia sido intimidada.

Mas seu coração estava todo em Sara.

Passou muito tempo antes que Helena se levantasse, com a intenção de ir para casa.

Ela não tinha dado nem dois passos quando um fluxo de sangue escorreu por entre suas pernas.

Por dois dias seguidos, Zeus não voltou.

Quando faltava apenas um dia para deixar o país, Zeus voltou com Sara.

O rosto de Sara estava pálido e ela parecia ter sido gravemente ferida.

Se olhasse bem, na verdade era uma pintura cosmética.

Zeus olhou para Helena sentada no sofá e a repreendeu:

— Você deveria ser grata pelo fato de a criança ter sido salva, caso contrário, teríamos que nos divorciar. Sara tem simpatia. Ela disse que a perdoou, mas eu também prometi a ela que, depois de deixar o país, você viverá na casa pequena, e a casa grande será para mim e Sara.

Helena assistiu calmamente à TV enquanto olhava de lado para Zeus:

— Se você descobrir que a pessoa que você ama é uma mentirosa, você ainda a amará?

Zeus franziu a testa, não entendendo por que Helena perguntou isso de repente.

— Definitivamente não amaria. Mas como eu poderia amar uma mentirosa? Sara tem boas caraterísticas, eu só amaria uma mulher do tipo dela.

Helena baixou os olhos para esconder sua perda:

— Zeus, havia amor entre nós, mas não haverá mais no futuro, espero que amanhã de manhã você possa realizar meu último desejo.

Ajudá-la a assinar o contrato de divórcio.

Zeus franziu a testa ao olhar para Helena.

Por que ele achava que Helena estava dizendo essas palavras como se estivesse se despedindo?

Mas estava claro que eles estavam voando juntos à tarde para se estabelecerem no exterior.

— Tudo bem, não há necessidade de falar sobre todas essas bobagens, faça as malas e vá para o aeroporto.

Duas horas depois, no aeroporto.

Zeus e Sara caminhavam juntos na frente como um casal.

Helena caminhava sozinha atrás deles.

Quando estavam indo para a verificação de segurança, Helena olhou para Zeus:

— Vocês estão na primeira classe, eu estou na classe econômica. Vocês vão pelo canal de verificação de segurança da primeira classe e esperem no lounge, eu vou esperar no portão de embarque.

Zeus franziu a testa em descrença:

— Qual é o objetivo de economizar um pouco de dinheiro? Não é como se você estivesse precisando de alguns milhares.

Helena não disse nada, apenas acenou com a mão para ele.

Adeus, Zeus.

Nunca mais o verei nesta vida.

Zeus estava prestes a lhe pedir para trocar de classe quando Sara deu o primeiro passo e o puxou.

— Apresse-se, o bebê está com fome, vamos para a verificação de segurança e comer alguma coisa.

Depois que os dois passaram pela segurança, Helena se virou e caminhou até o canal de segurança doméstico.

Logo, ela embarcou no avião que a levou de volta para a casa de seus pais.

Na manhã seguinte, bem cedo, o voo para o exterior finalmente aterrissou.

Depois que Zeus desceu do avião, ele não viu Helena. Ligou para ela e a voz fria de máquina disse que a outra parte desligasse o telefone.

— É louca? Que raiva tem a esta altura? É tudo porque eu geralmente sou muito tolerante com ela.

Sem remédio, Zeus só podia deixar o aeroporto primeiro.

Logo, um homem no portão de recepção viu Zeus, ele olhou para a foto de Zeus na tela e confirmou que era ele pessoalmente.

O homem foi à frente e entregou a pasta:

— Sr. Zeus, Sra. Helena quer que você ajude a assinar aqui.

Zeus abriu a pasta e viu as três palavras nela. Suas sobrancelhas grossas se franziram.

Acordo de divórcio?
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