31. CAIO

Mabel está tão deslumbrante que olhares masculinos fixam nela e eu não me senti nada confortável ao ver homens de olho na minha mulher, mesmo estando de mãos dadas! Nunca imaginei que fosse tão ciumento assim e acabei beijando Mabel no rosto para mostrar a todos que ela é minha.

— Caio, estamos numa igreja!? — Mabel fala a me encarar.

— Só quero que saibam que você é minha mulher, Mabel, nem na igreja os deixam de te olhar, nunca me senti tão inseguro na minha vida. — Falo sem vergonha nenhuma.

— Caio, Caio! — Mabel fala, olhando para o altar para não me encarar.

Ia falar algo mais, mas a marcha nupcial começa a tocar avisando que a noiva chegou e todos nós nos levantamos. Mabel solta a minha mão e a segurei novamente. Ela tenta esconder a sua emoção quando a noiva entra, mas é em vão quando uma lágrima escorre no seu olhar e eu procurei um lenço no meu paletó e enxuguei o seu rosto.

— Mabel, não chora! — Falo segurando na sua mão.

Mabel me olha e continuamos a assistir à cerimônia. E
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