Capítulo 16
Ela nunca foi uma criança tímida.

Tampouco se importava com o que as outras crianças pensavam dela.

De repente, sentiu uma pontada de saudade de Isabela, e, sem querer, segurou ela um pouco mais forte.

— Mamãe...

— Hm. — Isabela também a abraçou. — O que foi?

— Eu quero...

Já fazia tanto tempo que ela não comia os pratos preparados por Isabela, e, de repente, sentiu uma imensa saudade.

Mas, no momento em que estava prestes a falar, se lembrou do compromisso de ir ver o jogo de Sofia à noite.

Ela piscou, soltou Isabela e, com um sorriso, disse:

— Não é nada.

A comida da mamãe, sempre que quisesse, poderia comer a qualquer hora. Já o jogo da tia Sofia não era algo que acontecesse todos os dias.

Por isso, sem hesitar, escolheu Sofia.

— Tudo bem, então, entre logo, para não fazer a professora esperar.

— Hm.

Ana, agora mais tranquila, finalmente deixou Isabela, mas, antes de entrar na sala, não resistiu e olhou para trás, dizendo:

— Mamãe, lembra de me ligar na
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