CAPÍTULO 22: FÚRIA

Adriano Di Lauro

Assim que o carro estaciona, corro para a entrada da casa sem nem esperar pelo protocolo de segurança.

O meu instinto diz-me que a atitude dela está relacionada à chegada daquele idiota e se ela não me conta é porque esconde algo.

Ouço um barulho atrás de mim e viro-me para encontrar a minha esposa mais branca que uma folha de papel.

Vejo o m@ldito telefone no chão e corro para pegá-lo. Então, deparei-me com um chat aberto cheio de mensagens.

Enquanto leio, a raiva cresce até se tornar um globo grande demais para controlar.

É ele, só pode ser ele.

Ouço o meu nome num sussurro ao longe e vejo tudo vermelho. Vou esmagá-lo, eu juro que vou.

Aperto o meu maxilar até ele tremer enquanto estilhaço o telefone com as mãos.

"Precisamos conversar" Eu não gosto nada dessas palavras.

Sim, sou feito de aço, mais mesmo o metal mais poderoso derrete com fogo e queimo em chamas.

Rujo enquanto ando pela porta e vou direto para o frigobar no sala de espera para me servir um conhaque se
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