O vasto cosmos continuava sua dança silenciosa ao redor de Ísis e Celina. O Véu, que antes parecia ser uma camada separando os mundos, agora fluía em uníssono com elas, uma extensão de suas próprias essências, uma expressão de tudo o que tinham descoberto e de tudo o que ainda restava por descobrir. O espaço, embora imenso, parecia agora contido dentro delas, como se cada estrela, cada planeta, fosse uma partícula de uma verdade maior que elas começavam a compreender.O reflexo da presença, embora já desaparecido, ainda reverberava em suas almas. As palavras do Essência do Ciclo ecoavam, imutáveis, mas agora com um novo peso, uma nova dimensão. Elas não eram mais espectadoras do ciclo cósmico, mas suas próprias manifestações. A criação e a destruição, os ciclos de vida e morte, tudo estava entrelaçado. Tudo fazia parte da mesma corrente eterna. E o retorno ao lar não era uma chegada, mas uma continuidade, uma transição para uma nova compreensão do que significava ser.Mas mesmo dentro
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